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Com tantos patrocinadores como times de futebol não conseguem manter o tão barato Futebol Feminino?

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2018 - um ano promissor para o Futebol Feminino no Brasil

2018 pode ser um ano de estruturação e mudanças para o futebol feminino brasileiro e quem pode ganhar com isso são as atletas.
A cada ano que passa e cada novidade que aparece o futebol feminino e suas praticantes se enchem de esperança por estruturas melhores e maior reconhecimento. 
Algumas questões ainda demonstram claramente que o nosso futebol não evoluiu ou caminha lentamente e isso pode ser confirmado com o simples fato de que em pleno ano de 2017, caminhando para 2018, muitas meninas ainda não conseguem jogar futebol em seus estados e cidades Brasil à fora.
A modalidade ainda se restringe à alguns pequenos "polos" para onde meninas precisam migrar caso queiram ter ao menos uma chance um pouco melhor de ser vista ou descoberta pelo nosso mundo da bola.
Com a mudança no sistema de registro de transferência de atletas a partir de janeiro de 2018 e com as exigências da CONMEBOL para que os clubes que visam disputar a Copa Sulamericana ou Libertadores da América precisem…

Clube aplicará dinheiro do masculino para o Futebol Feminino e negocia outras questões com patrocinadores e direitos de TV

Imagine só:
"Um clube de futebol enorme tradição definiu multas ao seu time profissional masculino em uma série de situações onde faltas, atrasos, indisciplina, cartões e ações que consideradas prejudiciais à equipe irão resultar em multas de até 25% no salário dos atletas e comissão técnica de acordo com gravidade e reincidência dos casos, que podem até gerar demissões de atletas e pagamento da multa contratual pela rescisão em casos extremos.
Dirigentes do clube informaram que esses valores serão convertidos para o Departamento de Futebol Feminino (DFF) do clube para investimento em futebol feminino profissional e futebol feminino de base.
A ideia revolucionária no mundo do futebol não é a única tomada pelo clube que também negocia aporte de cada patrocinador do cube ao futebol feminino onde se espera ter um valor de 700 mil a um milhão e duzentos mil por ano para o Departamento de Futebol Feminino onde haverão ações de marketing envolvendo as partes e inovações no meio e nas ex…

Rumo à profissionalização - Lei Pelé regulamentará Futebol Feminino em 2018?

Com as mudanças no registro de transferência de atletas que será feito pelo FIFA TMS , a partir de 2018 clubes e atletas serão "obrigados" a terem relação mais profissional.

Em teoria, acaba a dança das cadeiras de atletas jogando em 10 clubes no mesmo ano e também é gerada maior confiança e segurança ao clube que contrata uma atleta.
Hoje é muito comum observar atletas jogando 2 meses em um time, 3 semanas em outro, mais 5 meses em mais outro clube.
Essa constante mudança de equipes em apenas uma temporada, empréstimos e retornos ao time anterior só  para jogar uma competição, provavelmente estarão com os dias contatos a partir de janeiro de 2018.
Toda essa dança das cadeiras acontece é exatamente pela falta de organização e profissionalismo do futebol feminino brasileiro, que é considerado "futebol não profissional" e então se permite número indiscriminado de transferências ao longo do ano.
Por não ser tratado como profissional, existe grande insegurança jurídic…

Em jogo decisivo time feminino entra em campo no lugar do time masculino

Já imaginou uma final de campeonato e na após a escalação você ver o time feminino entra do em campo no lugar da equipe masculina que disputaria a final?
Pode parecer loucura, mas seria uma genial jogada de marketing e promoção do futebol feminino!
É apenas uma ideia hipotética mas que tambem mostra o quanto os clubes brasileiros são muito limitados ou pouco criativos quando o assunto é futebol feminino e marketing.
Parte das reclamações de que a modalidade não tem visibilidade ou é comercialmente atraente é sim culpa dos clubes de futebol e seus gestores e profissionais.
Oportunidades de promover todas as modalidades do clube e aproximar a torcida da sua equipe feminina (ou de outras modalidades do clube) existem aos montes.
Vamos pegar como exemplo o jogo de ontem entre Flamengo e Junior Barranquilla pela Sulamericana.
Se eu trabalhasse com o marketing do clube rubro negro carioca, faria essa ação bem inusitada levando à campo meu time de futebol feminino.
Loucura? Acho que não!
An…