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Aline Pellegrino no comando do Departamento de Futebol Feminino da CBF

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A partir de janeiro transferência de atletas do futebol feminino gerará dinheiro para clubes que tiverem contratos profissionais

Tem novidade muito boa para o futebol feminino! A CBF publicou em seu site que "a partir de janeiro de 2018 as transferências internacionais do futebol feminino passarão a ser registradas no TMS da FIFA (Transfer Match System). Mas, os clubes brasileiros só se beneficiarão dessa novidade se os contratos com as jogadoras forem profissionais, assim poderão vender e emprestar suas atletas". Em resumo,  os clubes brasileiros que tiverem, a partir de agora, contratos profissionais com suas atletas estarão mais protegidos pois atletas somente poderão se transferir para clubes nacionai e internacionais durante as janelas de transferencia, que terão data definida em breve pela FIFA. Além disso, os clubes poderão vender ou emprestar atletas e serão remunerados por isso. Atualmente sos clubes de futebol feminino nada ganham com a transferência /saída de suas atletas quando procuradas por clubes e agentes estrangeiros. Os clubes fazem apenas uma proposta salárial as atletas e elas ace…

Sinto em informar: não são as medidas do campo, tamanho do gol ou as regras que atrapalham o futebol feminino

Muito se fala, em pleno século XXI, que o futebol feminino é pouco atraente por conta do campo ser muito grande, os gols largos e altos, e o tempo de jogo ser muito grande.

Eu escuto isso constantemente até porque sempre que posso insiro o futebol feminino em contextos e ambientes "masculinos" para tentar desconstruir a visão limitada - e culturalmente construída - de que o futebol é coisa para homem e mulher não sabe jogar.

Para a surpresa dos desavisados, posso afirmar que se essa redução de medidas e alteração de regras fosse a solução para a evolução e  para que o país,  os consumidores e investidores passassem dar atenção para a modalidade então o futsal feminino seria o maior esporte feminino do país,  mas não é... fato que coloca por terra todo e qualquer comentário dos desconhecedores da realidade e estrutura social, cultural e esportiva que enfrentam as mulheres do esporte.

Além da interferência social que está cheia de violência simbólica e dominação masculina que…

No mundo de cliques, likes, impressões, visualizações e interesses, até onde acreditar no que se vê e se lê?

Cada dia mais as mídias alternativas se tornam importantes e ganham espaço como novas fontes de informação e conteúdo.
Seja sobre política ou esporte, cada vez mais vemos blogs, páginas de Facebook e sites que trazem uma enxurrada de conteúdo para qualquer um com acesso a Internet e que queira ler sobre qualquer assunto.
Eu, escrevendo há tanto tempo sobre esporte, gestão e marketing dentro dele, procuro expor a minha opinião sobre alguns assuntos dos quais tenho mais conhecimento e ontem me peguei pensando sobre a produção de conteúdo e como algumas pessoas se utilizam dela para disseminar informações que nem sempre condizem com a realidade.
Em um mundo de cliques, likes, visualizações, impressões de página, monetização de conteúdo e tantas outras métricas vemos em diversos textos, que deveriam até ser importantes e esclarecedores, muito marketing pessoal, pessoas trazendo ao seu público aquilo que querem que este público entenda e dissemine.
Nem sempre a intenção de quem produz o co…

Caso da atleta do Beach Soccer brasileiro indicada a melhor do mundo e casos de descaso com mulheres no futebol

Texto editado às 14:34h

A atleta Letícia Villar foi surpreendida há aproximadamente 10 dias quando descobriu que estava entre as 3 atletas indicadas a melhor jogadora do mundo na modalidade que foi realizado em Dubai no último dia 04/11/2017, sábado. Surpresa maior ainda foi descobrir isso através das redes sociais.
A atleta entrou em contato com a CBSB (Confederação de Beach Soccer do Brasil) teve o pedido de pagamento de sua passagem de ida e volta negado pois a instituição afirmou que não teria dinheiro para financiar tal ação, pelo que a própria atleta alegou em entrevista ao site ESPNW.com.br em matéria de Bianca Daga.
Letícia, graças a Deus e à compaixão de uma empresa norte-americana que custeou sua passagem, foi ao evento (ocorrido no dia 04/11/2017). A hospedagem foi por conta dos organizadores do evento e o visto foi custeado pela academia onde ela treina e o restaurante onde faz suas refeições, conforme publicado também no EspnW.
Os jogadores brasileiros indicados ao prêmio…