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Discriminação atrás das 4 linhas: Falta espaço para ex atletas na gestão do Futebol Feminino


O futebol feminino começa a demonstrar que entrou na linha do progresso. O ministro do esporte, Aldo Rebelo, está trabalhando muito pelo esporte brasileiro e encabeçando esta lista está o futebol feminino.

Ministro Aldo Rebelo - Fonte: Uol Esportes
No Brasil, as mulheres sofreram e sofrem uma série de preconceitos. Um destes preconceitos é a capacidade de uma ex atleta ser peça fundamental na gestão ou comando técnico de uma equipe, federação ou confederação.

O Ministério dos Esportes quebra esta paradigma a partir do momento que nomeou a ex atleta da Seleção Brasileira, Mariléia dos Santos, a Michael Jackson, como coordenadora geral de Futebol Feminino.


Aldo Rebelo e Mariléia "M. Jackson" dos Santos
Esse talvez seja o primeiro grande passo para a valorização não só da mulher, mas das atletas que lutaram e fizeram a modalidade ser o que é hoje.

Quantas jogadoras poderiam hoje ser técnicas, diretoras ou coordenadoras de clubes e/ou  projetos e instituições?

Acho que a vivência destas que viveram as maiores e sórdidas dificuldades e preconceitos da modalidade quando jogavam seriam hoje peças fundamentais para a evolução da modalidade, agora fora das quatro linhas. 

Assim quebramos também o preconceito que existe no meio do futebol com mulheres em cargos altos, sendo respeitadas, coisa que hoje é repudiada por muitos homens que se dizem gestores esportivos no Brasil!

As mulheres vem ganhando respeito como jogadoras, mas fora dos campos continuam sendo totalmente desvalorizadas e discriminadas!

E vocês, o que acham? Comentem e deixem as suas opiniões!

Comentários

  1. Já opinei no Twitter e vou registrar aqui!
    Nesse momento vou dar uma opinião geral sem me prender muito a gênero!
    Eu acredito que em qualquer área de trabalho quando já se tem uma "bagagem" prática facilita muito a atuação! Porém sou defensora da instrução!
    Acredito que existem exceções que deram certo tendo como embasamento só o fato de serem ex atletas. Mas perigamos não sair do amadorismo se acharmos que a exceção pode virar regra!
    Eu não gosto que "peladeira" se denomine atleta, não gosto que "ratos de academia" se sintam Educadores Físicos, então não cometeria a "aventura" de ocupar cargos e funções que seriam por coerência ocupados por gestores, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, etc!
    Acho que a grande "sacada" pro esporte é ter a presença de ex atletas sim porque é uma experiência de suma importância, porém a preparação para o cargo a ser ocupado não pode ser esquecida, para na hora da oportunidade não sermos surpreendidos pelo despreparo e sim surpreender pela competência!
    Agora voltando a falar dos gêneros, isso é mais importante ainda pra mulher e pro futebol feminino em si, porque já é difícil qualquer oportunidade, se fracassarmos então podemos colocar tudo a perder! Ainda mais que se tratando de futebol valoriza-se muito a figura masculina!
    Resumidamente, eu voto em ex atletas sim, porém bem preparados!

    Carla Índia!

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