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E o juiz apita o fim do jogo: Este blog chegou ao fim.

Quem trabalha com esporte deve ir além do que sua função "exige"

É incrível ver no futebol feminino, pessoas que ainda pensam apenas em si!

Este, talvez, seja um dos principais motivos para que a modalidade continue estagnada como vemos há anos.

As jogadoras não pensam em grupo. Geralmente pesam apenas seus problemas para a tomada de decisões e se acham a ponta mais fraca da corda, sem se dar conta de que, na realidade, a desunida categoria é a ponta mais resistente deste "mundo da modalidade" (porém, apesar de estar no contexto, é assunto para um outro texto).

Entramos então no quesito "profissionais": Técnicos, preparadores, auxiliares, dirigentes e afins, que pensam apenas em fazer o seu papel e nada mais.

Se eu sou o técnico, meu trabalho se resume dentro de campo, e assim sucessivamente com os demais elementos e suas funções.

Em toda e qualquer modalidade, os profissionais envolvidos são como donos de uma grande festa em que, se passar e ver o chão sujo, apesar de estar gastando dinheiro com um buffet, este dono pega um pano e limpa o chão, afinal ele quer ver a festa acontecer da melhor maneira possível com os convidados satisfeitos.

Assim deveria ser, mas na prática isto ainda está longe de acontecer.

Muitos profissionais se preocupam apenas em acariciar seu ego com títulos para poder dizer que ele conquistou quando, na verdade, o mérito é, principalmente, das atletas.

E outra, além do trabalho dentro de campo, ou do recinto ao qual compete a função do indivíduo dentro do futebol feminino, ele precisa ser ético, ter boa conduta e servir de exemplo também quando está presente como pessoa e não mais como o tal profissional.

Este seria o perfil, digamos que, ideal. Mas sabemos que é muitíssimo difícil encontrar pessoas que consigam ser éticas, tenham boa conduta, sejam pessoas respeitáveis, bem como profissionais exemplares.

É comum vermos o inverso disso e, sinceramente, pessoas sem estas qualidades básicas e que acabam prejudicando o desporto com suas atitudes e limitações de caráter, deveriam ser banidas da modalidade, seja no futebol feminino, no basquete, no vôlei, no judô, na natação, no atletismo, esgrima, ginastica e afins.É incrível ver no futebol feminino, pessoas que ainda pensam apenas em si!

Este, talvez, seja um dos principais motivos para que a modalidade continue estagnada como vemos há anos.

As jogadoras não pensam em grupo. Geralmente pesam apenas seus problemas para a tomada de decisões e se acham a ponta mais fraca da corda, sem se dar conta de que, na realidade, são a ponta mais resistente deste "mundo particular da modalidade".

Ai entramos nos "profissionais". Técnicos, preparadores, auxiliares, dirigentes e afins, que pensam apenas em fazer o seu papel e nada mais.

Se eu sou o técnico, meu trabalho se resume dentro de campo, e assim sucessivamente com os demais elementos e suas funções.

Em toda e qualquer modalidade, os profissionais envolvidos são como donos de uma grande festa em que, se passar e ver o chão sujo, apesar de estar gastando dinheiro com um buffet, este dono pega um pano e limpa o chão, afinal ele quer ver a festa acontecer da melhor maneira possível com os convidados satisfeitos.

Assim deveria ser, mas na prática isto ainda está longe de acontecer.

Muitos profissionais se preocupam apenas em acariciar seu ego com títulos para poder dizer que ele conquistou quando, na verdade, o mérito é, principalmente, das atletas.

E outra, além do trabalho dentro de campo, ou do recinto ao qual compete a função do indivíduo dentro do futebol feminino, ele precisa ser ético, ter boa conduta e servir de exemplo também quando está presente como pessoa e não mais como o tal profissional.

Este seria o perfil, digamos que, ideal. Mas sabemos que é muitíssimo difícil encontrar pessoas que consigam ser éticas, tenham boa conduta, sejam pessoas respeitáveis, bem como profissionais exemplares.

É comum vermos o inverso disso e, sinceramente, pessoas sem estas qualidades básicas e que acabam prejudicando o desporto com suas atitudes e limitações de caráter, deveriam ser banidas da modalidade, seja no basquete, no vôlei, no judô, na natação, no atletismo, esgrima, ginastica, ou no FUTEBOL FEMININO.

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