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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo!


Obrigado a todos que acompanharam o blog em toda a temporada 2013 e ajudaram a ultrapassar a marca de 100.000 acessos!

Que em 2014 tenhamos um ano ainda mais proveitoso!

Feliz Ano Novo!

domingo, 29 de dezembro de 2013

FUTEBOL FEMININO: Ausência de mercado aqui ...

“Um dos maiores fabricantes de sapatos do mundo enviou dois pesquisadores de mercado, separados um do outro, a uma nação subdesenvolvida para descobrir se aquele país era um mercado viável para eles ou não. O primeiro pesquisador enviou um telegrama ao escritório central dizendo: "Ausência de mercado aqui. Ninguém usa sapatos". O segundo pesquisador enviou um telegrama ao escritório central dizendo:"Potencial ilimitado aqui - Ninguém usa sapatos!" - trecho do livro 'Pensamentos Poderosos' de Joyce Meyer.

Esse trecho de texto me foi enviado pelo treinador Ricardo Silva, que sempre compartilha e expõe algumas questões e pensamentos relacionados ao futebol feminino, e este texto é um deles.


Em um país apaixonado por todos os esporte e principalmente futebol,
falta oportunidade para o futebol feminino?
Este é excelente para exemplificar o que acontece no Brasil em relação a diversos esportes, e principalmente ao Futebol Feminino.

Temos um potencial limitado porque ninguém dá atenção ao futebol feminino, ou temos um potencial ilimitado exatamente porque ninguém dá atenção ao futebol feminino?

Nos negócios sempre existe oportunidade onde para muitos só existe a dificuldade, depende do ponto de vista e de quem observa. Uns tem mais visão que outros e esses são os que se destacam.

É possível tornar o futebol feminino uma referência nacional e mundial? Sim, desde que se tenha interesse e a capacidade de enxergar isso. Temos talentos de sobra que precisam ser lapidados. Uma jazida de diamantes brutos, talento tipo exportação como disse em meu texto anterior.


Se exportamos talentos e treinadores em todo mundo desejam ter atletas com a habilidade brasileira em seus times, por que o Brasil não dá estrutura e trabalha o futebol feminino nacional para ser o maior do mundo na modalidade?

O mercado nacional não favorece a modalidade, ou será que não se sabe criar oportunidades favoráveis no cenário nacional?

O problema é que futebol feminino não dá dinheiro, ou o problema está no fato de que é preciso planejar e investir em médio a longo prazo para que a modalidade se solidifique e gere um retorno mais expressivo?

Se existe no país mercado para futebol masculino nacional de série A, B, C e D, mercado para o futsal, mercado para o futebol de areia, espaço para competições de base, e tudo isso gera retorno, patrocínio, investimento e planejamento, qual o problema do futebol feminino não ser olhado da mesma maneira, com a mesma atenção?

O futebol brasileiro começou sua prática discriminado e marginalizado pela sociedade, continuou sendo trabalhado e hoje é uma mina de ouro que movimenta milhões e milhões todo ano. 

Sendo assim, o problema do futebol feminino não é o esporte em si, a falta de oportunidades, a falta de espaço ou a falta de investimento. O problema real é que a falta de oportunidade, espaço e investimento é apenas reflexo da falta de visão daqueles que se acham os grandes dos negócios e da gestão do esporte no país.

O fato de ninguém usar sapatos em uma nação subdesenvolvida pode ser uma dificuldade ou uma grande oportunidade comercial, só depende do olhar de quem observa.

O Futebol Feminino é a oportunidade, o Brasil e o mundo são o mercado da modalidade, e nossos dirigentes e entidades de administração são aquele vendedor que manou o telegrama dizendo “Ausência de mercado aqui. Ninguém usa sapatos”.

FUTEBOL FEMININO: Temos qualidade de sobra - Talento tipo exportação!

Foto: Mariah Balsini
O talento brasileiro no futebol é tão evidente que jogadora de futebol se tornou produto de exportação! 

Não se trata somente de oportunidades que as atletas buscam de jogar fora do país para estudar ou simplesmente jogar em um time. Na verdade se trata de talento reconhecido por profissionais do exterior e seus expectadores/público e por isso eles buscam nossas brasileiras para aprender com suas qualidades e reforçar seus times e universidades.

Se temos atletas boas o suficiente para atuar em qualquer lugar do mundo, não temos condições de ter o Brasil como grande potência mundial da modalidade? 

Não nos falta talento, muito menos visibilidade. Talvez só falte trabalhar o esporte da forma correta, gerenciá-lo como se deve e fazer a coisa organizada!

Nossos talentos são exportados e sentem esta necessidade de sair do país exatamente pela falta de oportunidade que se tem aqui dentro. Simplesmente porque aqui não aproveitamos o que temos em nossas mãos, ou por não saber enxergar ou por não querer enxergar.

Acredito que isso pode e vai mudar! 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

FUTEBOL FEMININO: Brasil - Campeão do Torneio Internacional de Brasília


Foi realizado em Brasília do dia 12 a 22 de dezembro o Torneio Internacional de Futebol Feminino, que costumeiramente era realizado em São Paulo.

O Brasil se consagrou tetra campeão da competição ao bater a equipe do Chile na tarde do último domingo pelo placar de 5 x 0, com gols de Formiga, Marta, Darlene, Cristiane e Debinha.

Também participaram da competição as seleções do Canadá e Escócia.

Existem pontos positivos na competição como a possibilidade de utilizá-la como teste pensando em avaliação de novas convocadas. 

Esse ano por exemplo tivemos uma ação de aproximação do futebol feminino ao público levando a competição para outro estado, e tendo uma "boa" resposta do público. 

Importante destacar também o apoio do Governo Federal a modalidade e a confirmação da intenção de trazer o Mundia Feminino de 2019 para o país, além da busca por incentivo e melhorias.

Outro ponto que vale ser observado é a utilização de atletas como comentaristas, que foi o caso da jogadora Erika que comentou os jogos pela Bandeirantes, e isso pode virar um mercado de trabalho para ex atletas, por exemplo, e elas tem total condição fazer bonito e de deixar muito marmanjo que pouco entende no chinelo.

Claro que para ser comentarista a atleta precisa ser articulada, saber se expressar, falar bem e ter postura. Por isso aproveito para deixar o recado: Jogadoras, preocupem-se com seu pós carreira sempre!

Torcida compareceu na final, mas o público durante a competição poderia ser melhor.
Porém acredito que não podemos nos animar muito com o título dessa competição que é apenas mais um número que pouco agrega a seleção brasileira e o Futebol Feminino brasileiro.

Que em 2014 o futebol feminino brasileiro tenha êxitos e um planejamento bem feito visando o Mundial Feminino de 2015 no Canadá.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

OS PAIS E OS FILHOS - A "PROTEÇÃO" QUE MACHUCA E DESTRÓI SONHOS

As vezes os pais se preocupam tanto em "proteger" seus filhos do "mundo cruel" que machucam seus filhos mais do que o mundo.

Os filhos esperam dos pais apoio, força na luta por seus sonhos!

Tudo bem que o mundo já machucou eles, os pais, algumas vezes, que as pessoas já lhes enganaram, se aproveitaram de uma ingenuidade e isso eles não querem para seus filhos.

Mas estes que hoje são os pais precisaram passar por aquelas situações para aprender. Precisaram sentir a dor para amadurecer e aprender a ver o mundo e as pessoas com outros olhos. Olhos que, por mais que recebessem dicas e recomendações de cuidado, eles não tinham até passar pela situação.

Se seu filho tem um sonho, seja seu amigo, aconselhe-o, mas deixe-o viver aquilo. E se ele se machucar, esteja de braços abertos para lhe confortar!

Eu sei muito bem do que estou falando, porque eu tive em casa um pai que nunca me apoiou muito nos esportes e que me falou coisas terríveis. E tenho uma mãe que SEMPRE esteve de braços abertos quando meus sonhos davam certo ou errado.

A dor de tentar e não dar certo é passageira e ajuda a amadurecer. Já a dor de ter tido a oportunidade e não ter arriscado, fica aberta e dói para sempre!

Eu já contrariei meu pai para tentar alcançar meus sonhos. Alguns não deram certo, e mesmo assim trouxeram resultados que nem eu imaginava. Outros deram "certo" dentro do que eu esperava, mas me mostraram outras coisas e outras oportunidades que eu não enxergava e que me mostraram que aquele ali não era meu real sonho.

Só aprendi porque tentei! Só amadureci porque errei tentando! E nunca terei o arrependimento de não ter tentado! 

Tentei e tento quantas vezes quiser, mesmo que só eu acredite no meu sonho! Sem medo de errar, sem medo de tentar!

Deixe seus filhos sonharem! Deixe seus filhos tentarem! Ganhe a admiração deles por deixá-los ir, e estar de braços abertos quando precisarem voltar!

Não os faça levar durante a vida o pensamento de que não deu certo porque O PAI ou A MÃE (ou os dois) não lhe deixou tentar! 

Mesmo sem apoio de um dos meus pais eu tentei, e não me arrependo, mas com certeza me dói não ter tido o apoio quando eu precisava e seu filho com certeza não quer levar isso com ele, assim como você não vai querer ser cobrado por isso lá na frente!

Se seu filho sonha, seja o porto seguro. Sua base onde ele sabe que pode partir, mas que poderá voltar sendo recebido com bandeiras e festa independente dele ter vencido ou perdido a batalha!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

BASTA SABER OLHAR: Investir no Futebol Feminino gera retorno ao clube.

Mídia espontânea para patrocinadores e clubes
Os clubes e seus dirigentes precisam entender que investir no Futebol Feminino é investir na imagem do clube como um todo.

Comparando a grosso modo, criar um time de futebol feminino é como criar uma bela roupa de baixo custo e colocá-la na vitrine de uma loja. Quem compra (investe dinheiro) aquela roupa está comprando não uma roupa, mas uma marca. Nem precisaria dizer que para criar uma bela roupa é necessário planejar muito bem, fazer moldes, tirar medidas, escolher um bom tecido, etc... e no futebol feminino também é necessário buscar fazer sempre o melhor trabalho possível.

No exemplo citado acima a roupa é o Futebol Feminino, a marca da roupa (Grife/nome da etiqueta) é o clube e quem compra/investe é o patrocinador. (Lembrem-se: é uma "grosseira" comparação para exemplificar)

Então, quando você faz um bom e estruturado Futebol Feminino no seu clube, você não está apenas investindo na modalidade, mas também investindo em imagem, marketing e propaganda da instituição como um todo. Então paremos com o papo de que investir no futebol feminino não dá retorno, okay?! Isso é papo de dirigente que não enxerga um palmo à frente do nariz!

No começo os investidores/compradores desse seu produto (que representa sua marca/instituição) serão pequenos e modestos, mas se você fizer um bom trabalho, bem planejado, com qualidade, com certeza atrairá investidores maiores, com mais condições de comprar o produto que você os oferece.

O patrocinador não quer investir em um produto que está "implorando" migalhas. Esse coitadismo de "pelo amor de Deus, me patrocine porque é um time de futebol feminino e é tudo muito difícil" só afasta o investidor/patrocinador.

Você não tem que implorar ajuda e sim mostrar ao patrocinador que é interessante para ele associar seu nome à sua marca e ao seu produto. O clube não está pedindo patrocínio e sim vendendo espaço de publicidade que será realizada através dos espaços no uniforme do clube. no estádio e local de treino, além de redes sociais e de tantas outras formas que podem ser feitas.

É importante repetir e completar que no primeiro ano serão os patrocinadores modestos. Se os modestos gostarem de como o time rendeu você terá a fidelidade deles e gerará interesse de outros e assim a coisa começa a caminhar. De início QUASE no "zero a zero" (investimento = retorno), pois dificilmente se lucra com futebol feminino de cara, nos primeiros anos.  Porém, olhando de outra forma o investimento fica favorável ao clube, pois ao investir no futebol feminino, alcançar resultados, atrair patrocinadores o clube gera uma mídia espontânea sobre a sua marca (seu nome).

O time de futebol feminino será sempre associado ao nome do clube que defende, então isso é um excelente retorno ao clube que ganha mídia espontânea e visibilidade em jornais, revistas, mídias sociais, e em diversos veículos de comunicação. E se o clube fosse calcular quanto teria que pagar para aparecer tantas vezes na mídia, quanto gastaria?

Mídia espontânea é um dos parâmetros mais utilizados para justificar o retorno de um patrocínio esportivo, onde se consideram todas as inserções (aparições) de uma marca em veículos de comunicação, sem que se pague diretamente por isso.

Em resumo: Futebol Feminino dá retorno sim e é uma excelente ferramenta de marketing para um clube de futebol se seus dirigentes pensarem e prestarem atenção no que estão fazendo. Essa imagem do futebol feminino tem o poder de alavancar também o futebol masculino da instituição, desde que se faça um trabalho associativo entre masculino e feminino, até porque os clubes precisam começar a pensar no FUTEBOL como um só onde o gênero feminino pode ajudar o masculino, assim como o masculino também pode ajudar o feminino.

Futebol Feminino gera um grande retorno aos clubes, mas nossos dirigentes, muitas vezes "despreparados" enxergam como retorno apenas aquilo que lhes enche os bolsos, também conhecido como dinheiro.

É necessário parar de pensar em GANHAR DINHEIRO e pensar em todas as outras formas de retorno que oferece o Futebol Feminino!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Beach Soccer Feminino Carioca ganhando espaço e força

Matéria publicada no site VoaGoleiro.com na última quinta-feira.
Bom dia amigos e amigas do VoaGoleiro.com e do Futebol Feminino!
O futebol feminino tem suas faces em “modalidades irmãs” que são o futebol society, o futsal, o futebol de areia.
Esse último, o futebol de areia, vem fazendo grande sucesso no Rio de Janeiro e um projeto chama atenção não só por estar investindo no beach soccer, como também por estar mexendo com outros estados e atletas que estão se interessando cada dia mais pela prática e desenvolvimento desse esporte.
A Nova Federação de Beach Soccer do Estado do Rio de Janeiro (FEBSERJ) está buscando o desenvolvimento do Futebol de Areia Feminino do Estado do Rio de Janeiro e recentemente convocou as SELEÇÕES CARIOCA FEMININA DE BEACH SOCCER sub-17 e sub-20, sob comando do Diretor Anderson Gomes Ribeiro e o Coordenador Carlos Dreux, para um período de treinamentos para avaliação e aperfeiçoamento técnico das atletas e conta com um trabalho integrado de profissionais de diversos clubes do beach soccer carioca como o Rangel, Josué Estrela, Bruno Oliveira, Luís Simões, Sérgio Galocha e Hilda Hindriches.
Foram convocadas atletas dos clubes: América, Botafogo, Criciúma, Duque de Caxias,  Fluminense e Paulinho Pereira.
Esse trabalho só está sendo possível graças ao apoio da FEBSERJ, seu Presidente Rodrigo Royo (Cação) e seu vice-presidente Marcus Garrido. Estes abraçaram a ideia e estão acreditando no trabalho. Sem este apoio e crédito de que a ideia não só é importante para a modalidade como também pode dar certo, que vem diretamente da Federação esta ideia ainda estaria no papel.
Atletas e comissão técnica se apresentam para os treinamentos com o uniforme de seus respectivos clubes, o que visa dar destaque a cada um dos clubes e mostrar que estes estão unidos por um futebol feminino de areia forte,
O que se vê nos treinos na quadra do posto 3, na praia de Copacabana, são profissionais que mesmo de clubes diferentes estão unidos por um ideal, auxiliando um ao outro, interagindo de forma a acrescentar e não deixar nenhum detalhe na formação das atletas escapar. Tudo sempre pensando nas atletas, nos resultados, nos objetivos, no que é melhor para o todo.
E dentro das quadras o que vemos são atletas empenhadas em fazer o seu melhor, em aceitar todas as críticas e toques que são dados por suas comissões, sem vaidade. Elas enxergam o momento atual do beach soccer carioca como uma grande oportunidade para essa fatia de mercado do futebol feminino ganhar espaço.
O legal é que em pouco tempo dessa iniciativa da FEBSERJ, sr. Rodrigo Royo (Cação), Marcus Garrido, Anderson Gomes, Carlos Dreux e demais envolvidos essa marca “BEACH SOCCER FEMININO” vem ganhando outra visibilidade e perspectiva de promissor futuro.
Se continuar no caminho que está, o futebol feminino brasileiro ganha mais uma opção neste leque de faces/modalidades irmãs e principalmente, de forma organizada, centrada e bem trabalhada.
Gostaria muito de ver no campo toda essa parceria entre os profissionais envolvidos que estou vendo no Beach Soccer. Em pouco tempo, já está fazendo a diferença.
Parabéns aos envolvidos!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

FUTEBOL FEMININO: Já mandou seu vídeo para o bola cheia?


Todas as meninas que jogam deveriam mandar vídeos para o quadro BOLA CHEIA do programa Fantástico!

O quadro "Bola cheia, bola murcha" é um quadro que destaca vídeos das melhores jogadas de telespectadores assim como aqueles lances "pernas de pau" e o melhor e o pior da semana são mostrados no programa que vai ao ar domingo a noite.

Mandar vídeos para o quadro é uma boa forma de promover a modalidade e de mostrar que tem muita mulher que joga futebol e bem! Além disso vocês mostram isso para uma das principais emissoras do país.

Fez gol? Um lance bonito? Tem filmado? Então entra lá no site (vou deixar o link no final do texto) e envia seu vídeo!

Poxa, não tem? Passe a filmar e incentive todas as suas amigas a mandar seus vídeos!

Quer mandar aquele lance que perdeu o gol feito, furou na hora do chute, foi driblar e caiu sentada sozinha? Pode mandar também! Fica a critério de cada uma!

O importante é dar a dimensão de quantas mulheres estão querendo mostrar seu futebol e chamar atenção para o futebol feminino.

Mandando o seu vídeo você atleta chama atenção não só da emissora, mas de quem vota, e tem a chance de ter seu vídeo passando no programa domingo chamando atenção do país inteiro para a modalidade!

ATENÇÃO: Não adianta o clube mandar o vídeo da jogadora A ou B, ou um amigo ou amiga mandar seu vídeo. Só são aceitos vídeos enviados pelo próprio interessado! LEIAM O REGULAMENTO!

Para quem quiser saber mais e enviar seu vídeo, acesse o link do programa: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/bola-cheia-bola-murcha/

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Escrever sobre FUTEBOL FEMININO no Brasil é complicado.


Escrever sobre FUTEBOL FEMININO no Brasil é complicado.

Se você não escreve publicidade sobre a modalidade,ou seja, só coisas agradáveis e positivas, você logo é mal visto.

Além disso você tem que tomar extremo cuidado ao abordar certos assuntos e as vezes nem abordá-los porque pessoas que se dizem profissionais país a fora adoram perseguir e coagir atletas, pais de atletas e até mesmo ameaçar blogueiros como já aconteceu comigo e com algumas outras pessoas.

Eu só não escrevo sobre determinados assuntos e as vezes deixo de entrevistar atletas pelo simples fato de querer preservar pessoas que não tem nada a ver com o perfil desses sem caráter que vivem no futebol feminino. Porém adianto que espero que certas atitudes que acontecem por aí como perseguição a atleta pelo simples fato delas cobrarem o que é direito e justo PARE!

As atletas tem todo o direito de questionar, cobrar, relatar e comentar situações que acontecem em seus clubes e querendo ou não A OBRIGAÇÃO DOS PROFISSIONAIS é escutar, entender, se corrigir e buscar o melhor para as atletas, o trabalho e o clube...

DÁ PARA PARAR DE SE PREOCUPAREM COM O PRÓPRIO UMBIGO, SENHORES "PROFISSIONAIS"?

Ao invés de se ofenderem com críticas deveriam vê-las como oportunidades de crescimento e melhoria. 

Escutem atletas, seus parentes e terceiros, sejam humildes em assumir erros, pedir desculpas! APRENDAM A SER TRANSPARENTES!

E ao invés de ficaren putos da vida com o que ouvem e lêem procurem se preocupar em serem técnicos melhores e mais completos, preparadores físicos que realmente entendem do que estão fazendo, auxiliares melhores e preparadores de goleiras mais competentes. Eu falo isso porque existe muito trabalho que precisa melhorar... e como tem! E isso vale pra dirigentes também viu!

E alguns vão argumentar que tudo isso é bobagem, palavras vazias de quem não entende nada, ou ainda afirmar que o texto é bom, as palavras são verdadeiras e que conhecem muita gente que precisa melhorar PORÉM DIRÃO QUE NÃO SE ENCAIXAM neste perfil porque suas atletas não reclamam de seu trabalho no clube ou projeto onde você está. 

E eu pergunto: A ATLETA NÃO RECLAMA DO SEU TRABALHO POR QUE VOCÊ É BOM OU POR QUE VOCÊ SE ENCAIXA PERFEITAMENTE NO PERFIL CITADO NESSE TEXTO?

Uma atleta só vai falar com seu comandante ou com um profissional do corpo técnico se ela tiver confiança e espaço pra isso. E amigos CONFIANÇA É ALGO QUE SE CONQUISTA e isso depende das suas atitudes como pessoa e profissional diante de suas atletas.

Caros profissionais, se elas não confiam em vocês é porque vocês não conquistaram a confiança delas, então vamos rever atitudes e comportamentos???? Isso é o alerta de que tem algo errado então desçam do pedestal em que se colocaram se achando os melhores porque acho que estão se perdendo ou já se perderam.

Mudanças de postura tendem a favorecer a todos. A modalidade ganha, atletas ganham, a qualidade dos trabalhos ganha, e a imagem dos profissionais GANHA MUITOOOO!

Lembrem-se que o real problema da modalidade nunca foi investimento e sim credibilidade e posso afirmar com certeza que a maioria dos vulgo profissionais do futebol feminino está desacreditada, sem credibilidade!

Culpa das atletas, dos jornalistas, blogueiros, dos parentes de atletas? Não, culpa das atitudes que vocês têm há anos e nunca tiveram vontade de mudar.

Menos ego, mais sinceridade, menos coação e mais trabalho de qualidade, menos eu acho e mais o que vocês acham.

Vocês não tem ideia de como assimilar só metade dessas palavras faria bem pra vocês porque hoje são raros os que se salvam!

E lembrem-se muito bem de que A CULPA É DE VOCÊS.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Impressões do Jogo EUA 4 x 1 BRASIL


EUA x BRASIL fizeram no último dia 10 uma partida de 5 gols. Eu ia fazer uma análise mais detalhada, mas estou no trabalho nesse momento e a semana tem sido bem corrida, então vou tentar expôr alguns pontos do jogo.

O jogo mostrou um Brasil desorganizado e uma equipe americana sistemática. Os EUA repetiu o padrão de jogo dos seus últimos 6 jogos explorando as laterais do campo, lançamentos em diagonal sobre a zaga para a jogadora Sydney Leroux, as bolas alçadas na área e algumas bolsa em diagonal quando as laterais estavam marcadas.

O Brasil, que foi com uma equipe relativamente nova e desentrosada, sofreu com o pouco entrosamento de uma equipe que se reuniu e treinou junta apenas duas vezes antes da partida.

Mesmo sabendo do estilo de jogo da seleção americana, o time brasileiro não conseguiu anular as jogadas.

No primeiro tempo, o time se abalou com o primeiro gol sofrido e o pênalti logo em seguida e começar o jogo perdendo de 2 x 0 talvez tenha dificultado ainda mais pelo lado psicológico de tomar 2 gols da melhor seleção do mundo e ter que tentar reverter o placar.

Rosana (que movimentou-se bastante durante a partida, diga-se de passagem) marcou o gol de honra do Brasil ainda no primeiro tempo, em cruzamento de Rilany pela direita.

No meio campo, onde houve bastante espaço do lado Brasileiro durante a partida Zanotti teve uma atuação apagada e a gente sabe que pode render muito mais, Thaissa teve atuação discreta, fisicamente se mostrou bem e com boa visão de jogo. A Laylla, que teve sua primeira convocação, fez  algumas triangulações e desarmes realizados.

O primeiro tempo acabou com o placar de 3 x 1 para os EUA que voltou para o segundo tempo em ritmo mais cadenciado. O Brasil por sua vez voltou mais calmo e tentando estar mais organizado em campo. O baque dos gols já havia passado.

No segundo tempo o Brasil teve boas oportunidades, principalmente com a Raquel, mas esbarrou em uma Hope Solo muito segura e consistente, como de costume, não conseguindo encostar no placar.

Ainda no fim do 2° tempo as brasileiras tomaram mais um gol e a partida acabou assim: EUA 4 x 1 Brasil.

Achei um bom teste para uma seleção brasileira que pode e precisa melhorar muito, e pode muito bem passar a trabalhar mais o toque de bola rápido e objetivo. Nada muito além de 2 toques na bola, exceto em alguns raros e necessários momentos.

Importante também trabalhar mais a forma física e talvez realizar um trabalho físico individual, avaliando a temporada de cada atleta de acordo com seu país de atuação, bem como avaliando também o que está sendo trabalhado pela atleta em seu clube. Talvez seja a melhor forma de tornar o grupo homogêneo fisicamente.

Os gols do jogo foram marcados por Sydney Leroux (15' e 36'), Abby Wambach (17' de penalti), Rosana (25') e Erika Tymrak (76').

Abaixo vocês podem conferir os melhores momentos da partida. Queria o vídeo na íntegra, mas se ele sair eu posto pra quem não viu o jogo poder acompanhar.

Claro que eu não gostei do jogo e queria um Brasil mais organizado, entrosado e mais ciente do estilo de jogo dos EUA, mas acredito que dentro do pouquíssimo tempo que a equipe esteve junta não dava pra fazer muita coisa. Com mais tempo a equipe deve mostrar um futebol mais organizado, mas ainda precisamos trabalhar bastante a movimentação das linhas, toque de bola, forma física, e estar mais atentos a outros detalhes que são muito importantes na preparação ou renovação de qualquer equipe.

Que venha o Torneio Internacional de Brasília e esperamos ver evolução e uma definição de estilo de jogo, afinal o Sul Americano 2014 está logo aí.




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

FUTEBOL FEMININO: O Problema nunca foi investimento e sim CREDIBILIDADE



Os clubes, dirigentes e profissionais que fazem utilização indevida de dinheiro ou superfaturam valores de serviços, forjam notas fiscais para "comprovar" gastos que não tiveram ou que foram menores do que o fornecido são irresponsáveis. E olha, e-mails chegam, ligações, mensagens, conversas e por aí vai... Não são casos isolados!


As dificuldades do futebol feminino não são culpa do esporte,e sim da índole e caráter dos envolvidos!

E isso vai de pessoas desconhecidas até pessoas de nome. 

E além da questão do dinheiro existem as pessoas que fazem ou pedem favores para atletas em troca de uma titularidade, assim como tem atletas que fazem de tudo para estarem entre as 11 jogadoras que saem jogando. E tem também os cargos dados por amizade, por favores. O futebol feminino poderia es chamar mundo dos favores ... como isso é normal!

O problema do Futebol Feminino nunca foi investimento, visibilidade ou falta de atenção.

O problema do futebol feminino está na credibilidade que se tem quando se fala na modalidade. Primeiramente porque a Confederação Brasileira de Futebol pouco ou nada faz pelo esporte como um todo e isso é fato desde os tempos mais primórdios.

Em segundo lugar, porque é difícil ter credibilidade de um patrocinador/investidor que vê uma nota superfaturada de um serviço ou produto que ele já pesquisou antes e viu que o valor era muito inferior ao citado naquela "nota fria".

Em terceiro vem a falta de credibilidade em profissionais, por todo o histórico que se tem, por cada assunto que se veicula nos bastidores. Amigos, quando acontece um problema com um profissional, clube ou atleta, O PAÍS INTEIRO SABE EM INSTANTES. Atletas, isso vale pra vocês que fazem certas coisinhas por aí... ;)

Quantos bons técnicos temos? Quantos teriam condições de estar em uma seleção? E profissionais de corpo técnico, tem algum que se salva?

Ninguém pensa mais na modalidade, naquela coisa poética do amor ao esporte e preocupação com ele e com suas atletas, em fazer o melhor pelo bem da modalidade. Talvez ainda exista um ou outro Pierrot que ainda demonstra paixão pela colombina que é o futebol feminino, mas está complicado.

Eu não me preocuparia tanto mais com patrocínio, visibilidade, investimento... se eu pudesse pedir algo a Deus em prol do futebol feminino eu pediria mais caráter para as pessoas que estão no meio porque provavelmente é o que o esporte mais necessitou e necessita em todos estes anos em que se arrasta tentando crescer no Brasil.

Mas eu, pra variar, só acho...

Minha visão de profissionalismo e de futebol feminino é tão diferente que eu devo ser o errado da história!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O caso Diego Costa - o reflexo de um futebol nacional masculino e feminino que pouco oferece ao atleta

Muito tem se falado sobre a escolha do jogador Diego Costa por defender a Seleção da Espanha e não a Seleção Brasileira.

A CBF através de seu mandatário e o técnico da Seleção principal masculina fizeram um enorme alarde sobre a escolha do atleta. Escolha essa que eu aplaudo de pé e se fosse ele também faria, por mais patriota que eu fosse, pois se trata de uma questão de bom senso.

Diego Costa saiu do Brasil muito novo e construiu fama, carreira, oportunidades, respeito, carinho da torcida, tudo fora do país. E foi na Espanha que tudo isso aconteceu. Qual dívida teria o atleta para com o Brasil? A nacionalidade talvez, e só.

Acho que ao invés de criticar o jogador, o papel do técnico e do dirigente é de EM PRIMEIRO LUGAR, se colocar no lugar do atleta e entender quais motivos teria ele para tomar tal atitude (defender outro país). Conversar com o atleta de forma amistosa para entendê-lo também é fundamental e se ele de fato não quiser jogar pelo Brasil, deseje a ele boa sorte e sucesso e vida que segue.

Vida que segue entre aspas... aí vem o momento de reavaliação de trabalho e estrutura do futebol nacional. Se o atleta prefere jogar por outro país porque foi lá que ele despontou para o mundo do futebol, é sinal de alerta para o futebol nacional brasileiro.

Falta estrutura de base no país? Como é o trabalho das seleções e o papel da Confederação na oportunização e melhor observação de novos talentos? Os jogadores tem oportunidades no país e consequentemente na seleção? Se sim, o que falta? Se não, o que precisamos corrigir urgentemente?

Milhares de jogadores saem do país porque é mais fácil aparecer para o mundo do esporte lá fora do que aqui dentro. Ainda temos profissionais despreparados para o imprescindível trabalho de gestão de pessoas e talentos, temos clubes dominados por empresários, temos avaliações técnicas de atletas que são feitas com critérios completamente falhos para julgar o potencial de um garoto.

E se no futebol masculino é assim, imaginem no Futebol Feminino onde a Federação Nacional e seus dirigentes não se importam com a modalidade nem um pouco.

E O FUTEBOL FEMININO?


Conheço muitas atletas que defendem outras Seleções. Brasileiras que encontraram em outro país a oportunidade de fazerem o que amam, sendo absurdamente reconhecidas e valorizadas, coisa que no Brasil parecia quase impossível. E detalhe, a CBF não foi lá lutar por elas não! Na verdade, mal sabe que elas existem!

No Brasil temos uma estrutura abaixo do básico, a intervenção de uma federação nacional que é comparável a nada, e nível dos profissionais do meio muito aquém do que necessitamos para fazer um trabalho de qualidade. Claro que o baixo nível técnico dos profissionais do meio é também reflexo da falta de intervenção de uma administradora nacional do desporto que não se preocupa com a qualidade de sua matéria prima.

Eu gostaria muito de ver a CBF lutar pelo Futebol Feminino um vinte avos do que está criando caso com a situação do atleta Diego Silva.

Se o Futebol Feminino Brasileiro tem respeito no exterior ele deve muito disso às suas atletas e não a estrutura que a elas é oferecida, e olha que com a forma que é gerenciada a modalidade não podemos afirmar que são as melhores que vestem a camisa da seleção. Afirmo isso pelo fato da pouca ou nenhuma observação de atletas a nível nacional e internacional faz com que apenas uma parcela muito pequena de atletas sejam observadas e tenham a oportunidade na Seleção nacional.

Quantas meninas jogam muito e não tem oportunidades nem em clubes, quem dirá em seleções. E é assim no Brasil todo.

Tiro como exemplo o Rio de Janeiro, cidade onde sou nascido e criado e tem uma enorme quantidade de atletas com potencial e vontade, e que necessitam apenas ser trabalhadas. Precisam só da oportunidade. E é assim Brasil à fora, nas baixadas, nas periferias, nos interiores e até nas capitais.

E ainda temos a questão de que alguns clubes e profissionais realizam trabalhos medianos, isso quando chegam a ser medianos, e se acomodam por achar que o que fazem é algo fora de série, quando, tendo os pés no chão, poderiam realizar um trabalho muito melhor.

Enfim, muitos são os fatores que interferem não só na qualidade do futebol nacional (masculino e feminino) como também interferem nas escolhas de nossos talentos em jogar dentro ou fora do Brasil, vestindo a camisa da seleção brasileira ou a camisa de quem lhe proporcionar algo além do que o desgosto e da frustração que o futebol brasileiro proporciona aos talentos de hoje.

Fazer de conta que esses fatores não existem e que nada disso acontece, se ofender ao ler um texto como esse é nada mais nada menos do que  demonstrar não entender de futebol e que se tem uma visão limitada de tudo que acontece, não sabendo se colocar nem no lugar dos atletas.

Precisamos refletir seriamente sobre o que temos e o que fazemos no futebol brasileiro. Não estamos evoluindo, muito pelo contrário e não apenas o esporte regride, mas a qualidade de nossas atletas e profissionais também cai a cada dia.

domingo, 27 de outubro de 2013

Futebol Feminino: Reflexões sobre o tema Seleção

Na noite do dia 26/10 estive refletindo bastante sobre o tema SELEÇÃO. Não iria postar aqui, mas acho importante compartilhar pensamentos e opiniões.


Seleção... Acredito que, seja em qual o esporte for, uma seleção não é simplesmente convocar ou "juntar" os melhores talentos individuais, mas montar um grupo com peças que se completem e fazer com que eles produzam um jogo coletivo onde melhores individualmente não estejam preocupados em brilhar sozinhos e sim fazer com que todos brilhem juntos, pois só assim se atingem os objetivos de um planejamento.

Uma seleção não é simplesmente a soma de vários talentos e sim, principalmente, a soma daqueles que mais tem vontade de superar seus limites, que não se acomodam, que buscam sempre mais, que conseguem manter os pés no chão e que contagiam por suas atitudes. Que motivam e desafiam os demais a serem também ainda melhores.

Uma seleção não precisa de talentosos brilhantes e sim de talentos determinados a trabalhar duro.

Uma seleção necessita ter profissionais que estimulem os melhores a serem ainda melhores, necessita de profissionais que tenham a capacidade de ler atletas individual e coletivamente para retirar deles muito mais do que eles mesmos acham que são capazes de produzir. 

Uma seleção necessita de profissionais que não se incomodem em não aparecer no palco, mas que se preocupem em trabalhar duro nos bastidores para que o espetáculo tenha o melhor resultado possível, mesmo quando ele e seu trabalho não forem lembrado por muitos.

Vejo hoje muitas pessoas na zona de conforto, satisfeitas simplesmente em estar ali e provavelmente já tendo cometido, talvez sem perceber, um dos maiores erros que se pode cometer na vida - pessoal ou profissional - que é deixar a vaidade ser maior que a ambição.

A ambição se faz necessária na vida de qualquer um e em qualquer área de atuação. Ter ambição é buscar uma coisa que se deseja, que se quer ter, é conseguir, é trabalhar por algo que se quer alcançar.

Já a vaidade é o sentimento de grande valorização que alguém tem em relação a si mesmo, onde se acaba esquecendo de detalhes essenciais como a modéstia, ou da disposição constante e consciência que nos induz a exercer o bem e evitar o mal. 

Vale ressaltar que não importa o tamanho de seu talento se você é incapaz de fazer parte de um grupo, de una comunidade, e se dá mais importância ao "EU" do que ao "NÓS".

Baseado nessas reflexões e tantas outras que ainda não consegui traduzir em palavras, questiono se temos na Seleção pessoas - entre corpo técnico e atletas - que estejam realmente dispostas a sacrificar seu EU para produzir um trabalho, alcançar resultados e objetivos muito maiores do que si mesmos, sem esperar nada em troca.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Notícias sobre Futebol Feminino

BRASILEIRÃO FEMININO: Tiradentes-PI 4 x 6 Rio Preto-SP- http://jottareporter.blogspot.com.br/2013/10/futebol-feminino-tiradentes-4-x-6-ri.html


BRASILEIRÃO FEMININO: Foz Futebol Feminino vence mais uma no Campeonato Brasileiro - Foz-PR 2 x 0 Vitória-PE http://www.cbnfoz.com.br/noticias-de-foz-do-iguacu/editorial/foz-do-iguacu/25102013-43787-foz-futebol-feminino-vence-mais-uma-no-campeonato-brasileiro


BRASILEIRÃO FEMININO: Técnico do Tiradentes divide vida nos campos com farda da polícia http://www.foxsports.com.br/noticias/126401-tecnico-do-tiradentes-divide-vida-nos-campos-com-farda-da-policia


Em busca do hexa, Marta é indicada ao prêmio de melhor do mundo pela 11ª vez http://temporeal.espn.com.br/noticia/364930_em-busca-do-hexa-marta-e-indicada-ao-premio-de-melhor-do-mundo-pela-11-vez 


BAHIA: 1º Festival de FUTEBOL FEMININO é atração em Condeúba http://ddez.com.br/2013/10/24/1-festival-futebol-feminino-atracao-condeuba/ 




MATO GROSSO DO SUL - FFMS realiza mais uma ação do Projeto FUTEBOL FEMININO do MS http://www.gazetams.com.br/noticias/futebol-profissional/ffms-realiza-mais-uma-acao-do-projeto-futebol-feminino-do-ms 




FUTEBOL FEMININO: As dez candidatas ao grande prêmio de melhor do mundo http://pt.fifa.com/ballondor/news/newsid=2205246/index.html 


Vitória-ES recebe etapa do Circuito Capixaba FEMININO de FUTEBOL de areia que contará com Seleção Carioca http://globoesporte.globo.com/es/noticia/2013/10/vitoria-recebe-primeira-etapa-do-capixaba-feminino-de-futebol-de-areia.html 

ESTADUAL SC -  RUmo ao Hexa - Kindermann/Uniarp fará final do estadual de futebol no domingo http://www.cacador.net/portal/Noticias.aspx?cdNoticia=24409&cdNoticiaDivisao=1 

25 de outubro - "ORANGE DAY" - Dia contra o Assédio a mulheres em locais públicos


Em julho do ano passado (2012) o secretário-geral da ONU proclamou o dia 25 de cada mês como o "Orange Day" ou Dia Laranja. 

Iniciado e liderado pela campanha na Rede Global Youth Unite, atividades implementadas em todo o mundo neste dia por escritórios nacionais da ONU e organizações da sociedade civil se esforçam para destacar questões relevantes para a prevenção e eliminação da violência contra mulheres e meninas, não cobrando isso só uma vez por ano, no dia 25 de novembro (Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres), mas sim a cada mês do ano. 

A Violência contra a mulher acontece de várias formas: do assédio moral, assédio sexual, da agressão física e violência sexual até o homicídio.


Neste dia 25 de outubro de 2013 a campanha tem como foco o "Assédio Sexual contra mulheres e meninas em locais públicos".



O site da ONU destaca que - "Assédio sexual e outras formas de violência sexual em espaços públicos é uma ocorrência diária para mulheres e meninas em todo o mundo e é uma violação dos direitos humanos das mulheres. Mulheres e meninas experimentam vários tipos de violência sexual em espaços públicos, incluindo o assédio sexual, estupro e assassinato de mulheres. Essa violência pode acontecer na rua, nos transportes públicos, nos parques, e em torno de escolas, locais de trabalho e outros espaços públicos em áreas urbanas e rurais. Alguns casos são divulgados e receber atenção da mídia e do público, enquanto a maioria dos casos não são notificados e sem solução.

O medo da violência reduz a liberdade das mulheres de circulação e os direitos de acesso à educação, trabalho, recreação e serviços essenciais, e pode restringir a sua participação na vida política. Ela também afeta negativamente a sua saúde e bem-estar. Apesar dessas conseqüências de grande alcance, a violência contra mulheres e meninas em espaços públicos continua a ser uma área negligenciada, com poucas leis ou políticas em vigor para prevenir e lidar com ele."
De São Paulo, a jornalista Juliana de Faria, que criou uma campanha contra o assédio nas ruas, falou a Rádio ONU sobre a importância de não banalizar o assunto.



"Segundo Juliana, a campanha "Chega de Fiu Fiu" busca manter o debate sobre o assédio sexual, reforçando que "as mulheres têm o direito de andar na rua sem medo de serem intimidadas".

A ONU Mulheres afirma que "o medo da violência reduz a liberdade de movimento e o acesso à educação, trabalho e lazer". Segundo a entidade, o assédio em espaços públicos é muitas vezes negligenciado.

Por isso, está sendo encorajada a discussão sobre o tema em comunidades e nas redes sociais. No Twitter, a UNite promove nesta sexta-feira uma conversa sobre o tema e os usuários podem participar usando a hashtag #orangeday." - (fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2013/10/onu-mulheres-faz-campanha-contra-assedio-em-lugares-publicos/)

O que você acha que pode garantir a segurança da mulher em locais públicos?



quarta-feira, 23 de outubro de 2013

FUTEBOL FEMININO - Humildade para escutar mais. As pessoas só escutam o que lhes convém.


As pessoas precisam compreender que, quando qualquer pessoas faz um questionamento sobre o nosso futebol feminino ou um trabalho muitas vezes a intenção não é prejudicar, mas sim pra ver se as coisas melhoram e as pessoas dão mais atenção a detalhes que nem sempre quem está dentro consegue ver!

Porém, no Brasil, infelizmente, quem comenta qualquer coisa que questione a ou aponte fraquezas em trabalhos realizados é visto como um mero opositor, corneteiro, pouco entendido, pessoa de palavras vazias e nada construído.

Isso é triste, muito triste! 

Antes de qualquer coisa é necessário humildade de aceitar críticas e sugestões. Seja positivo ou seja negativo, ESCUTAR o que outras pessoas tem a dizer é sempre importante para uma auto-avaliação do seu trabalho.

Vale lembrar que ESCUTAR requer que a pessoa preste atenção ao assunto, entenda do que se trata, perceba o que foi dito, sinta as palavras, memorize o assunto, opine, leve em consideração e aja ou não em conformidade

Se a pessoa que falou, comentou, questionou está errada, então tudo bem. Ao menos a críticas serviram para reavaliar e ver que está tudo bem. Ao fim da análise, desconsidere!

Se a pessoa que falou, comentou, questionou tiver uma ponta de razão, muito bom! Ela viu algo que você pode ter deixado passar, então considere e trabalhe para aperfeiçoar esse algo que pode ser melhor.

Essa é uma das mentalidades que precisam ser mudadas! ESCUTAR mais se faz necessário, mas as pessoas hoje querem ouvir apenas aquilo que lhes convém. 

Os elogios são absorvidos, e as críticas descartadas como um barulho qualquer sem o menor sentido. 

Esse é o perfil que temos hoje! Infelizmente!

Mas, como sempre... só acho...


terça-feira, 22 de outubro de 2013

FUTEBOL FEMININO: BRASIL x EUA - Um amistoso que preocupa, mas que será um bom termômetro

O amistoso entre Brasil x EUA é um clássico do futebol feminino mundial e sempre expectativa de grande jogo, mas o amistoso que será realizado no dia 10 de novembro me preocupa.

Até onde me consta não houve nenhuma observação dos jogos da Seleção Americana que está em um processo de renovação com atletas em ótima condição geral de jogo (técnica, física e tática) e alguns dos antigos e tarimbados nomes da Seleção, que já jogavam muito, jogando ainda mais. Provavelmente faremos um amistoso às cegas.

A importância das convocadas que atuam nos EUA pode ser muito mais fundamental do que simplesmente dentro das quatro linhas. Talvez elas que tenham a função de passar informações sobre a atual situação e padrão de jogo da Seleção America e atletas.

Outro fator é que, apesar de embarcar com jogadoras de qualidade e algumas bem experientes internacionalmente a seleção brasileira não deve treinar antes da viagem. A equipe se apresenta e embarca para os EUA  no dia 6 (se não me engano) e provavelmente faz trabalhos nos dias 8 e 9  e só.

Vencer ou perder?


Todo mundo quer vencer um jogo desse nível, mas não sei se vencer é nossa melhor opção. A vitória quando não existe uma organização que esteja fluindo no mínimo bem dá aquela falsa impressão de que estamos no caminho certo quando alguns fatores deixam claro que não estamos.

Já a derrota liga o sinal de alerta e obriga atletas e principalmente profissionais a saírem da zona de conforto e obriga, querendo ou não, a analisar e reavaliar uma série de questões.


De qualquer forma, independente do resultado, o amistoso serve principalmente como termômetro para mostrar se nos aproximamos dos EUA na organização e vontade de chegar ao topo (no caso delas, de se manter) ou se elas estão ainda mais distantes de nós. 

2015 está aí. 2016 também não está longe e diariamente circulam notícias de ações concretas de Federações mundo à fora que estão investindo e buscando melhorar no futebol feminino.

Hoje temos o campeonato brasileiro, mas isso não muda muita coisa para a modalidade e para o futebol feminino nacional. Até mesmo à nível de seleção brasileira nada muda se a observação de novos talentos e acima de tudo a preparação dessas não acontece de forma adequada.

Clubes ainda não tem estrutura, a maioria dos campeonatos estaduais tem pouca ou nenhuma representatividade e só agora clubes começam a demonstrar mais interesse afinal a mídia encima do Brasileirão Feminino está bem forte.

Enquanto isso, em outros países, profissionais da seleção e de clubes tem forte ligação e trabalham em sintonia visando a seleção. A observação acontece em todo ou grande parte do país e não apenas em dois ou três estados, sem falar que muitos países fazem um trabalho de base que não começou ontem, e isso faz diferença.

O amistoso me preocupa, posturas me preocupam, mas a situação da modalidade e a visão que se tem no país me preocupam ainda mais. Não vou nem entrar no mérito do que é feito na seleção, mas não posso deixar de entrar no mérito da condição atual (e já antiga né...) da modalidade e da harmonia entre futebol nacional e seleção nacional, que são coisas bem diferentes, porém estão (ou deveriam estar) interligadas.

Muita coisa não depende nem de estudo, diploma ou experiência, e sim de bom senso. Se pensamos em chegar em algum lugar em 2015 e 2016 precisamos mudar e pra melhor.

Vale lembrar que 2016 é uma grande oportunidade de mostrar o futebol feminino brasileiro para o mundo, mas principalmente para o país, para investidores, mídia e afins. Um título não garante apenas a sonhada medalha de ouro, mas uma outra visibilidade para o esporte. Vamos pensar nisso?!

Que venha o amistoso!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

FUTEBOL FEMININO: Ética é fundamental na vida e no esporte!


As vezes me pergunto se os problemas do FUTEBOL FEMININO está atitude dos profissionais ou das atletas.


Muitas atletas questionam quando eu digo que a culpa de muita coisa que acontece é das atletas. Ficam chateadas, revoltadas, dizem até que não me coloco no lugar e que não entendo como as coisas funcionam.

Pra minha felicidade ou infelicidade as situações que passei na vida me fizeram aprender a me colocar no lugar do próximo para tentar compreender o que se passa antes de argumentar e até mesmo para tentar ajudar as pessoas em determinadas situações e assim faço no futebol feminino, me colocando no lugar das atletas, por exemplo.

Eu entendo todos os fatores que levam as atletas a não falar, não cobrar, não questionar, a aceitar muita coisa. Porém eu não entendo porque muitas atletas gostam de puxar o tapete umas das outras, procuram situações para colocar em xeque a imagem e credibilidade de outras jogadoras, fazem questão de se aproximar de profissionais de comissão técnica para tirar proveito de situações e até para ter influência sobre questões relacionadas a outras jogadoras onde entra o "disse me disse", a calúnia, a fofoca, etc.

Tudo bem que o profissional que se presta a aceitar esse tipo de coisa é uma pessoa totalmente despreparada! Então convenhamos que temos muitos profissionais e atletas despreparadas então porque isso é uma constante em clubes e até em seleções.

Sabemos muito bem que isso existe há anos, décadas, e ex atletas já falavam disso há 20 anos atrás. E hoje, 20 anos depois, o quadro é o mesmo ou até piorou.

Atletas precisam rever suas posturas, assim como profissionais do futebol feminino também precisam URGENTEMENTE. E não falo de postura apenas como profissionais do esporte, se é que podem assim ser rotulados. Falo de postura como ser humano, como homens e mulheres dignos.

A coisa está feia!

Vai ter gente que vai reclamar, vai ter gente que vai chiar, vai ter gente engolindo seco, mas infelizmente situações como esta precisam ser faladas e acho que muita gente, ao invés de reclamar quando eu escrevo algo assim, deveria na verdade agradecer por eu apenas citar situações ou um quadro da modalidade.

Não dá pra generalizar porque ainda existe um bom número de pessoas decentes dentro do futebol feminino, mas a fatia de fruta podre dentro da modalidade tá grande eihn!

A postura das pessoas, a conduta e o caráter é sem dúvida um dos grandes problemas do futebol feminino e talvez por isso as coisas tenham tanta dificuldade de acontecer para a modalidade. Dirigentes, atletas, profissionais de corpo técnico/operacional (treinadores, preparadores, auxiliares, etc) sempre fizeram e ainda fazem muitas coisas totalmente questionáveis e diria até inaceitáveis.

O engraçado é que depois estes mesmos que fazem as merdas por aí reclamam que a modalidade não se desenvolve.

Por que será que a modalidade não cresce eihn?!

Tenham todos um bom dia!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

ESPORTES: Por que as coisas não mudam para melhor?

Hoje (14/10) cheguei no bairro onde moro às 23 horas. E tive o prazer de encontrar um amigo com quem passei cerca de uma hora em uma conversa sobre futebol, oportunidades e problemas.

Jogamos muitas peladas juntos. Ele, mais novo que eu e muito mais habilidoso. 

Eu era apenas um cara esforçado que se empenhou para aprender a jogar e ser um cara mediano, enquanto ele sem muito esforço se destacava facilmente onde fosse.

Ele teve muitas oportunidades, mas assim como muitos garotos Brasil à fora precisaria colocar seu nome, documentos e a vida na mão de pessoas que estavam mais preocupadas com elas mesmas do que com o futuro do atleta.

Ele desistiu de jogar futebol, casou, teve filhos e agora com 24 anos de idade está acima daquele peso dos tempos de garoto, mas continua com a mesma habilidade. A diferença é que aqueles sonhos de jogar futebol e ser feliz fazendo aquilo já não existem mais.

E ele falou algo que eu sempre escrevo: O problema do futebol é que os técnicos, empresários e dirigentes se preocupam mais com eles mesmos do que com os atletas.

Muitos querem resultados sem dar nada em troca. Pouco fazem, ou pior, mais prejudicam o atleta e as atletas do que ajudam. Essa é a realidade do esporte masculino e feminino.

Sempre leio, vejo e escuto pessoas que falam de si, do que seu trabalho fez o clube ganhar, no que ele transformou a atleta... sempre TUDO é graças ao trabalho do profissional, que vem sempre em primeiro lugar, sempre na primeira pessoa do singular.

É tão difícil ver alguém falar A MODALIDADE, NÓS PODEMOS FAZER, VAMOS NOS UNIR, PODEMOS FAZER ISSO, PODEMOS FAZER AQUILO.

Quantos clubes estão em situações ruins e quantos profissionais estão a reclamar das suas condições de trabalho, mas não são capazes de se unir a outros profissionais de outros clubes ou de outras instituições para fazer algo coletivo em prol do todo e não do eu?

Os profissionais olham uns para os outros como rivais mortais. Se unir pelo esporte? JAMAIS!

São tentativas de puxar os tapetes uns dos outros.

E os atletas? Estes, meninos e meninas, homens e mulheres, sofrem nas mãos de profissionais que apenas lapidam suas qualidades, mas que enchem a boca para dizer que ensinaram ao atleta tudo que ele sabe. Profissionais que escolhem e trabalham o atleta, muitas vezes apenas pelo interesse de poder dizer que o sucesso daquele ser humano se deu por conta do SEU TRABALHO.

É triste, é muito triste!

E muita gente ainda acha que está fazendo um bom trabalho, quando no fundo não está acrescentando e oportunizando nada na vida do atleta. As vezes, no máximo, consegue inflar o ego daquela jogadora, ou daquele jogador, por algum tempo.

Mas o que constrói-se de fato no esporte? Qual o legado que o trabalho que você faz deixa na sociedade e na vida daquele ser humano em que você acha que fez algo?

Não acho difícil trabalhar do jeito certo, pensando no todo, buscando muito mais do que uma massagem no próprio ego.

Pra muitos o trabalho por amor, por um objetivo maior, não passa de uma utopia, um sonho, uma loucura afinal amor não enche barriga de ninguém conforme tantos dizem.

Mas será que se fizéssemos o esporte mais preocupado com os resultados que a modalidade teria a médio e longo prazo e como isso iria interferir positivamente na nossa vida profissional, na vida dos e das atletas, e na sociedade de um modo geral, o esporte não seria maior e melhor do que vemos hoje?

O maior problema é que as pessoas querem ser maiores do que o esporte. Querem lucros, querem um ego inflado, querem status de dizer que estão em algum lugar, mesmo quando este lugar não representa nada de positivo ou de importante de fato.

Falando bem no popular, a realidade é que NINGUÉM GANHA MERDA NENHUMA trabalhando errado. Não existe perspectiva de futuro para profissionais e para a modalidade em um esporte desestruturado.

Atletas perdem, profissionais perdem, o esporte perde!

É chato, é repetitivo, mas não tem como ser diferente. Não dá pra fazer de conta que está tudo maravilhoso quando não está!

Não adianta querer tapar o sol com a peneira, varrer a sujeira para debaixo do carpete e fazer de conta que estamos fazendo muitas coisas, pois não estamos.

As coisas não mudam porque as pessoas não mudam de atitude! 

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Resultados da 4ª do Brasileirão Feminino Caixa

Com a realização da quarta rodada da primeira fase da competição, o Brasileirão Feminino Caixa já tem as primeiras equipes garantidas na segunda fase da competição. São elas: Centro Olímpico, Foz Cataratas, São Francisco e Vitória. A equipe da Tuna Luso garante a classificação se vencer a equipe de Tiradentes.

BRASILEIRÃO FEMININO CAIXA 2013 - resultados da 4ª rodada

Foz 1 x 2 Vasco 
Vitória 1 x 1 São Francisco 
Pinheirense 3 x 0 Iranduba 
Kindermann 2 x 2 São José 
Aliança 0 x 5 Centro Olímpico 
Francana 1 x 1 Duque de Caxias 
Botafogo 2 x 0 Mixto

Completando a rodada:
Tiradentes x Tuna Luso - Sábado (12) às 16h