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E o juiz apita o fim do jogo: Este blog chegou ao fim.

25 de outubro - "ORANGE DAY" - Dia contra o Assédio a mulheres em locais públicos


Em julho do ano passado (2012) o secretário-geral da ONU proclamou o dia 25 de cada mês como o "Orange Day" ou Dia Laranja. 

Iniciado e liderado pela campanha na Rede Global Youth Unite, atividades implementadas em todo o mundo neste dia por escritórios nacionais da ONU e organizações da sociedade civil se esforçam para destacar questões relevantes para a prevenção e eliminação da violência contra mulheres e meninas, não cobrando isso só uma vez por ano, no dia 25 de novembro (Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres), mas sim a cada mês do ano. 

A Violência contra a mulher acontece de várias formas: do assédio moral, assédio sexual, da agressão física e violência sexual até o homicídio.


Neste dia 25 de outubro de 2013 a campanha tem como foco o "Assédio Sexual contra mulheres e meninas em locais públicos".



O site da ONU destaca que - "Assédio sexual e outras formas de violência sexual em espaços públicos é uma ocorrência diária para mulheres e meninas em todo o mundo e é uma violação dos direitos humanos das mulheres. Mulheres e meninas experimentam vários tipos de violência sexual em espaços públicos, incluindo o assédio sexual, estupro e assassinato de mulheres. Essa violência pode acontecer na rua, nos transportes públicos, nos parques, e em torno de escolas, locais de trabalho e outros espaços públicos em áreas urbanas e rurais. Alguns casos são divulgados e receber atenção da mídia e do público, enquanto a maioria dos casos não são notificados e sem solução.

O medo da violência reduz a liberdade das mulheres de circulação e os direitos de acesso à educação, trabalho, recreação e serviços essenciais, e pode restringir a sua participação na vida política. Ela também afeta negativamente a sua saúde e bem-estar. Apesar dessas conseqüências de grande alcance, a violência contra mulheres e meninas em espaços públicos continua a ser uma área negligenciada, com poucas leis ou políticas em vigor para prevenir e lidar com ele."
De São Paulo, a jornalista Juliana de Faria, que criou uma campanha contra o assédio nas ruas, falou a Rádio ONU sobre a importância de não banalizar o assunto.



"Segundo Juliana, a campanha "Chega de Fiu Fiu" busca manter o debate sobre o assédio sexual, reforçando que "as mulheres têm o direito de andar na rua sem medo de serem intimidadas".

A ONU Mulheres afirma que "o medo da violência reduz a liberdade de movimento e o acesso à educação, trabalho e lazer". Segundo a entidade, o assédio em espaços públicos é muitas vezes negligenciado.

Por isso, está sendo encorajada a discussão sobre o tema em comunidades e nas redes sociais. No Twitter, a UNite promove nesta sexta-feira uma conversa sobre o tema e os usuários podem participar usando a hashtag #orangeday." - (fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2013/10/onu-mulheres-faz-campanha-contra-assedio-em-lugares-publicos/)

O que você acha que pode garantir a segurança da mulher em locais públicos?



Comentários

  1. Muito bom! A segurança da mulher em locais públicos tem que ser garantida pelos governos, mas não só isso, é um trabalho de toda sociedade, inclusive de mulheres também, das religiões, das escolas, dos movimentos sociais: educação contra o machismo, mais valorização e reconhecimento do papel da mulher.

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