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E o juiz apita o fim do jogo: Este blog chegou ao fim.

Futebol Feminino: onde está ?

Momento Edu Pontes - Especial de fim de ano 

OS ASSÉDIOS NO FUTEBOL FEMININO: todo assédio, moral e sexual, sofrido por atleta deveria ser banido sendo então o "profissional" impossibilitado de atuar novamente dentro de qualquer esporte além responder ao processo e a pena processual cabível para cada caso. 

Curioso é que muitos profissionais sabem dos casos de assédio,  mas nada fazem e acabam sendo coniventes com o crime. E não me venham com a desculpa de que o melhor para o crescimento da modalidade é que essas coisas não apareçam na mídia. 

CONTRATOS, ATRASOS E NÃO PAGAMENTOS: NO caso dos atrasos salariais ou não pagamentos, clubes deveriam sofrer os devidos processos trabalhistas. Mas abtes disso precisa haver o vínculo empregatício por contrato como exigência para inscrição da atleta em qualquer competição pela equipe.

E outra coisa... clube que argumenta que o contrato prejudica e que não fazem por medo da atleta processar o clube é desculpa esfarrapada.

O contrato bem feito dá segurança a ambas as partes, clube e atleta, e se cumprido da forma correta clube ou atleta podem ser obrigados a pagar a multa rescisória. 

Mas precisa ser algo bem feito mesmo. Porque já vi clube que pagava ajuda de custo (porque aquilo não podia ser chamado de salário) ter clausula rescisória onde em caso de ruptura por parte da atleta ela deveria pagar R$500.000, 00 (quinhentos mil reais).

A coisa não funciona e não anda porque tem muito idiota (isso mesmo... i-di-o-ta) à frente de equipes e muita atleta varzeana que quer fazer o que quer e tirar proveito do clube, e o idiota do clube quer se aproveitar da atleta e por ai vai.

São exemplos simples, mas que sua análise nos comprova que em muitos casos a culpa não é da CBF.

A CBF tem suas culpas em determinadas questões pois poderia fazer mais e melhor, mas O GRANDE, REAL E BRUTO PROBLEMA DA MODALIDADE ESTÁ NA POSTURA DAS PESSOAS QUE NELA ESTÃO INSERIDAS.

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