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quarta-feira, 30 de março de 2016

"Série": Escrevi no Twitter... Esporte e mais em 144 caracteres

Estou começando hoje uma "série" de textos novos que vão trazer para o blog exatamente postagens que publiquei no meu twitter naquele pequeno espaço de 144 caracteres, cheio de abreviaturas e alguns termos do internetês nosso de cada dia. 

No twitter geralmente eu faço diversos comentários sobre diversas coisas, mas a principal é sempre o futebol. 
Então, se você estiver interessado, segue lá twitter.com/Edu_pontes e acompanhe e resenhe comigo por lá!

Esta "série" não terá dia fixo! Vou trazê-la de acordo com o que eu for escrevendo!

Então, acompanhem algumas das postagens de hoje:

O problema de alguns clubes brasileiros hoje é que pagam aos atletas muito mais do que boa parte merece receber pelo futebol apresentado!

Sempre disse aqui que sou a favor de uma gestão onde clubes tenham piso e teto salarial e pequenls bônus por metas alcançadas!

De que adianta ter base e não revelar atletas para o time principal. Do que adianta vender camisa e o gasto com atletas ser absurdo?

Outro problema é q, no Brasil, 90% ou + dos profissionais do futebol não tem conhecimentos adequados p/ serem avaliadores ou formadores!

Qualquer ex atleta acredita que tenha as características e conhecimentos necessários para serem bons treinadores. Não é bem assim!

Seja em qual área atuar, seja no esporte ou não, o profissional precisa obrigatoriamente se atualizar.

Outro problema do meio esportivo são as panelas e máfias que existem por trás de cada modalidade!

Qnto ao futebol brasileiro masc e fem, percebem como a qualidade técnica e a inteligência de jogo diminuiu drasticamente na última década?

Onde estão os profissionais que não percebem isso? E onde está o bom senso dos atletas que também não veem sua própria deficiência?

A geração atual vem de um vício de 10 a 15 anos dessa geração esportiva "- tapa nas costas - não ouça as críticas, vc tá jogando muito!"

Some isso a um sistema esportivo politicamente contaminado por gestores do interesse próprio e não do clube e pronto, fudeu-se tudo!

Sem falar que essa é a geração "quem ta de fora não entende nada do que passamos aqui dentro"-Sinto informar que alguns de nós sabem sim!

Sobre o futebol: pessoal... domínio, passe, cabeceio, saber usar bem a direita e a esquerda, ler o jogo, jogar de cabeça em pé É BASICÃO!

Antes o básico bem feito do que a firuleira sem sentido. O feijão com arroz bem feito SEMPRE DÁ CERTO!

No futebol brasileiro aquele(a) atleta que domina fundamentos e fisicamente vem bem, chega na seleção fácil! Ao menos deveria né...

No feminino por exemplo, vejo atletas errarem 90% dos fundamentos nos jogos, mas bater no peito e gritar "eu sou foda" quando marca gol...

Sinto informar que: 1- vc não é foda! 2-quem fala isso pra vc é só um baba ovo! 3- vc precisa rever seus jogos URGENTEMENTE!

Ainda sobre futebol: enquanto o mundo toca bola, brasileiros e brasileiras CARREGAM EM EXCESSO!Um dois, triangulação, sair e jogando? Não!

sábado, 19 de março de 2016

Utilize o futebol feminino como ferramenta e não esqueça de pagar sua autonomia

O futebol feminino no Brasil ainda está muito longe de ser uma profissão e meio de vida estável e que proporciona à grande maioria que pratica a oportunidade de viver do esporte.

Porém, a modalidade, pode ser uma ferramenta para auxiliar em outras questões como por exemplo, a ponte de ligação com os estudos.

O futebol de campo não tem espaço nas escolas e grande parte das universidades, porém o futebol de salão pode ser uma possibilidade. Lembrem-se também que existe o Brasileiro Feminino Universitário e as Olimpíadas Universitárias - Universíades. Mesmo apesar de sabermos que a Universíade é um castelo de cartas marcadas, o que torna mais difícil ainda uma seleção real e meritocrática de atletas para participar das competições.

O futebol/futsal pode lhe proporcionar bolsas de estudos de até 100% em escolas e universidades brasileiras e essa é uma das coisas que você atleta deve levar em consideração e buscar: a educação através do esporte.

Existem ainda a possibilidade de jogar fora do país, onde universidades americanas são o melhor e mais claro caminho para quem deseja estudar e jogar fora do país.

É a oportunidade de aquisição de conhecimento, enriquecimento cultural e vislumbre de uma vida melhor através do esporte.

PAGUE A SUA AUTONOMIA

Você atleta, paga seu INSS? Você contribui para a Previdência Social?

Imagine trabalhar por 20, 30 anos e ao fim da sua vida não ter direito a se aposentar?

O futebol feminino, infelizmente, ainda é muito atrasado em suas questões trabalhistas, então as atletas em sua enorme maioria, trabalham sem carteira assinada. Ao pararem de jogar futebol após anos e anos de serviços prestados não lhes resta nada a não ser recordações, talvez alguma grana que foi possível guardar (isso pra quem consegue viver e não sobreviver do esporte) e aí, ao encerrar a carreira você atleta se torna uma pessoa “recém-nascida” para o mercado de trabalho.

Imagine, 38 anos de idade, sem carteira assinada, “sem experiência” comprovada… o que lhe restará?

Lhe restará começar a vida do zero e trabalhar (contribuindo para o INSS) por mais 30 anos para se aposentar, talvez recebendo apenas 1 salário mínimo, isso aos seus 68 anos de idade. Justo? Não!

O que é a Previdência Social?

A Previdência Social é um seguro que garante uma aposentadoria ao contribuinte quando ele pára de trabalhar.

Para ter direito a esse benefício, o trabalhador deve pagar uma contribuição mensal durante um determinado período ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O tempo de contribuição varia de acordo com o tipo de aposentadoria. O INSS administra o recebimento dessas mensalidades e paga os benefícios aos aposentados que contribuíram e que se aposentaram.

Esse salário substitui a renda do trabalhador que contribuiu quando ele pára de exercer sua função, seja por doença, idade avançada ou condições de trabalho prejudiciais à saúde (como locais com excesso de barulho ou poeira)

Como pagar a Previdência Social para se aposentar?

As empresas são responsáveis por descontar a contribuição dos funcionários contratados. No caso de autônomos e empregados domésticos, são os próprios interessados que devem fazer o pagamento, usando um carnê.

Os carnês ou Guias da Previdência Social (GPSs) para começar a pagar o INSS podem ser impressos no site da Previdência ou comprados em papelarias e livrarias. O pagamento das mensalidades ao INSS pode ser feito em qualquer agência bancária ou casas lotéricas.

O pagamento das contribuições ao INSS pode ser feito por meio de bancos credenciados. As informações sobre quais são eles podem ser obtidas pelo telefone 135, de segunda a sábado, das 7 às 22 horas (exceto domingos e feriados nacionais).

Como começar a contribuir para a aposentadoria pelo INSS?

Para os trabalhadores com registro em carteira de trabalho, cabe às empresas fazer o pagamento das prestações do INSS.

Já outros contribuintes, que trabalham por conta própria ou são empregados domésticos podem fazer sua inscrição pelo telefone 135, de segunda a sábado, das 7 às 22 horas (exceto domingos e feriados nacionais), ou pelo site.

Os postos do INSS funcionam de segunda a sexta, mas os horários de atendimento variam de acordo com a cidade. Alguns abrem das 7h às 17h, outros das 8h às 18h e, também, há locais com horário reduzido, como, por exemplo, das 7h30 até 15h. Para localizar o endereço e em que período funciona o posto de atendimento de sua cidade, clique no link do site da Previdência.

Aposentadoria por tempo de contribuição

A aposentadoria por tempo de contribuição pode ser integral ou proporcional (variando de acordo com o tempo e o valor da contribuição). Para ter direito à aposentadoria integral, os homens devem contribuir por pelo menos durante 35 anos, e as mulheres, por 30 anos.

Para ter direito a aposentadoria proporcional, o trabalhador tem que ter tempo de contribuição e idade mínima. Os homens podem requerer a partir dos 53 anos de idade e 30 anos de contribuição. As mulheres devem ter a idade mínima de 48 anos e 25 anos de contribuição.

Quem tem direito a aposentadoria?

Empregados: trabalhadores com carteira assinada, trabalhadores temporários (como bóias-frias), quem presta serviços a órgãos públicos, como ministros e secretários e pessoas nomeadas para exercerem funções de servidores públicos, mas sem serem concursadas, brasileiros que trabalham em empresas nacionais instaladas no exterior, multinacionais que funcionam no Brasil, organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e embaixadas e consulados instalados no país.

Empregados domésticos: trabalhadores que prestam serviços na casa de outra pessoa ou família, desde que essa atividade não tenha fins lucrativos para o empregador. São empregados domésticos: governanta, enfermeiro, jardineiro, motorista, caseiro, doméstica e outros.

Trabalhadores avulsos: trabalhadores que prestam serviços a empresas, mas são contratados por sindicatos. Nessa categoria estão os trabalhadores de portos: estivador, carregador, amarrador de embarcações, quem faz limpeza e conservação de embarcações e vigia. Na indústria de extração de sal e no ensacamento de cacau e café, também há trabalhadores avulsos.

Contribuintes individuais: nessa categoria, estão as pessoas que trabalham por conta própria e os trabalhadores que prestam serviços a empresas, sem vínculo empregatício. São considerados contribuintes individuais, entre outros, os sacerdotes, os diretores que recebem remuneração decorrente de atividade em empresa urbana ou rural, os síndicos remunerados, os motoristas de táxi, os vendedores ambulantes, as diaristas, os pintores, os eletricistas, os associados de cooperativas de trabalho e outros.

Segurados facultativos: nessa categoria, estão todas as pessoas com mais de 16 anos que não têm renda própria, mas decidem contribuir para a Previdência Social. Por exemplo: donas-de-casa, estudantes, síndicos de condomínio não-remunerados, desempregados e estudantes bolsistas.

Contribuição

Os valores de contribuição variam conforme os salários e o tipo de trabalhador.

Para os trabalhadores com carteira assinada, os valores de contribuição variam conforme os salários, sendo que a alíquota é maior quanto mais elevado for o recebimento mensal.

Sempre que há mudança no salário mínimo, ocorre modificação na tabela. Os valores de salário e suas respectivas alíquotas podem ser encontradas no site da Previdência Social.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Futebol Feminino - Meninas do Sub-17 do Brasil se classificam para o mundial

Foto: Divulgação/Conmebol
Nesta quinta-feira (17/03) as meninas da Seleção Brasileira de Futebol Feminino sub-17 bateram a Colômbia pelo placar de 2 x 0, em jogo válido pela segunda rodada da última fase do Sul-Americano sub-17, e garantiram assim a vaga no Mundial da Jordânia que acontece entre os dias 30 de setembro e 21 de outubro de 2016.

Esta é a primeira competição feminina realizada em um país árabe.

Com o resultado alcançado as meninas do Brasil chegaram ao quadrangular final com seis pontos e liderando parcialmente o grupo. 

O próximo compromisso da Seleção Feminina será no domingo, dia 20, às 10h30, diante das anfitriãs Venezuelanas.

Boa sorte meninas e parabéns pela classificação.

Futebol Feminino - Vasco, Bangu, Karanba e mais na Taça Cidade de Nova Iguaçu 2016

Mais duas equipes confirmaram participação na Taça Cidade de Nova Iguaçu de Futebol Feminino em 2016 que terá inicio no dia 02 de abril próximo. Projeto Karanba que vai disputar nas categorias de adulto e sub 17 e o SEVEN que esta garantida no adulto.

O Projeto Karanba desde o ano de 2012 vem participando da Taça Cidade de Nova Iguaçu de Futebol Feminino disputando quatro finais, sendo uma na categoria sub 17 em 2012, e chegando nos últimos três anos consecutivos na decisão da categoria adulto (2013 a 2015).

Outras três equipes já haviam confirmado participação na competição, CR Vasco da Gama, Bangu e EC Nova Cidade.

A Liga de Desportos de Nova Iguaçu aguarda até o dia 18 de março a confirmação das equipes que manifestaram interesse em disputar a Taça Cidade em 2016 para divulgação da tabela e do regulamento que irá acontecer na próxima semana.

Futebol Feminino - Brasil encara Canadá em amistosos para a Olimpíada

Foto: CBF
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que a Seleção Brasileira de Futebol Feminino realizará dois amistosos com o Canadá em preparação para os Jogos Olímpicos de 2016.

Os jogos serão nos dias 4 e 7 de junho nas cidades de Toronto e Ottawa. 

Boa sorte meninas do Brasil e que esses amistosos auxiliem na preparação rumo ao objetivo do ouro na Rio 2016.

Futebol Feminino - Meninas da sub-20 do Brasil tem adversárias definidas no Mundial

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
A seleção brasileira sub-20 de futebol feminino já tem seu grupo e adversários definidos no mundial da categoria.

O Mundial de Futebol Feminino sub-20 será disputado em Papua Nova-Guiné, de 13 de novembro a 13 de dezembro. Nesta quinta-feira, foram sorteados os grupos, na sede da Fifa, em Zurique. 

Brasil fará a abertura contra a seleção de Papua Nova-Guiné. 




Grupo A
Papua-Nova Guiné
Brasil
Suécia
Coreia do Norte

Grupo B
Espanha
Canadá
Japão
Nigéria 

Grupo C
França
Estados Unidos
Gana
Nova Zelândia

Grupo D
Alemanha
Venezuela
México
Coreia do Sul

quinta-feira, 17 de março de 2016

Times têm dificuldades de incentivar futebol feminino

Foto de Fábio Guimarães
Li em matéria do jornal O EXTRA que "a exigência do incentivo financeiro ao futebol feminino para a permanência no programa de modernização da gestão e de responsabilidade fiscal do futebol, o Profut, desafia a capacidade de os clubes cariocas se adaptarem à lei".

Infelizmente não é um desafio à capacidade dos clubes cariocas não! É um desafio a capacidade de todos os clubes "de camisa" do futebol masculino do Brasil e ainda de alguns clubes tradicionais do futebol feminino.

Segundo declarou o vice-presidente das categorias infantojuvenis do Vasco "é muito caro manter uma equipe profissional feminina, e acho difícil a categoria decolar, mesmo com o Profut".

Essa é uma declaração que surpreende pois gostaria muito de entender como é "mais barato" manter nas equipes de futebol Brasil a fora jogadores com salários mensais que variam de 50 a 150 mil reais, em que estes jogadores pouco acrescentam tecnicamente a seus clubes, sem contar o que recebem de direitos de imagem, mais as "luvas" e os "bichos", o que torna um único jogador muito mais caro que uma equipe inteira de futebol feminino.

O que acontece na maioria dos clubes de futebol do país é que não se torna interessante manter o futebol feminino porque ele não dá dinheiro! E não é um problema somente do futebol feminino. Existe uma grande resistência em manter qualquer modalidade esportiva que não seja o futebol de campo masculino.

Falta posicionamento das federações estaduais (e possivelmente uma cobrança que venha de cima) em relação ao incentivo e investimento ao futebol feminino.

Também falta por parte dos dirigentes dos clubes e federações a visão de que é importante desenvolver o futebol feminino porque ele é capaz de gerar um retorno em exposição de marca e imagem em âmbito estadual, reginonal, nacional e internacional que talvez em anos e anos suas equipes masculinas sejam incapazes de alcançar, mas pra isso é necessário trabalho!

Ainda sobre custos: quantos clubes por aí "sofrem" com os "funcionários fantasmas" os apadrinhados que somente comparecem ao clube para receber salários? Quantos profissionais recebem muito além do que deveriam, o que onera o clube?

Os clubes poderiam sim, e muito bem, ao negociar com seus patrocinadores das equipes masculinas, apresentar projetos que englobassem esportes olímpicos, futebol feminino, até mesmo projetos sociais e educacionais ligados à iniciação esportiva e desenvolvimento social, com metas de curto, médio e longo prazo agregando ainda mais valor ao patrocinador.

Porém... talvez a maioria dos dirigentes dos clubes de futebol não se interessem por aquilo que não dá retorno financeiro rápido. Esquecem que as equipes femininas tem a capacidade de trazer para o clube títulos que suas equipes masculinas dificilmente conquistariam como campeonatos estaduais, regionais, nacionais, e internacionais como Copa Libertadores e até Mundial de clubes. Isso porque nem falamos aqui do número de atletas convocadas para uma seleção, o que também valoriza a imagem do clube e patrocinadores.

Vamos lá: Quantos jogadores de futebol masculino recebem muito além do futebol que apresentam? Sou totalmente a favor de que, uma vez que o futebol masculino é considerado uma profissão, exista uma margem definida de piso e teto salarial e que outros ganhos sejam definidos unicamente baseados em bônus por desempenho da equipe e alcance de objetivos que seriam fases de competições e títulos alcançados ao longo da temporada. Assim seria mais fácil garantir uma saúde financeira dos clubes de futebol, diminuiriam-se então suas dívidas, maximizariam seus rendimentos e conseguiriam investir em futebol feminino e quaisquer outros esportes olímpicos com muita facilidade.

O futebol feminino tem um poder de agregar valor e visibilidade à marca do clube e isso não é levado em consideração, talvez por ignorância, talvez por ganância excessiva dos clubes e seus dirigentes.

Será que 600 mil reais por ano não permite manter uma equipe de futebol feminino competitiva? Esse pode facilmente ser o custo de um jogador ruim de futebol masculino pensando somente em seus salários!

Ah, mas o problema é que não existem competições atraentes! - Não! O problema é, na verdade, a falta de interação entre os clubes que poderiam facilmente junto à federação e CBF desenvolver competições estaduais ou regionais em formatos interessantes e que possibilitariam a exposição da marca dos clubes participantes e seus patrocinadores. Sabem como é... farinha pouca, meu pirão primeiro... ou aquele dane-se o trabalho do outro.

O erro dos clubes tradicionais do futebol masculino talvez esteja em querer que, do dia para a noite, o futebol feminino dê um retorno próximo ao do futebol masculino, ou pior, que dê retorno sem que seja feito nenhum planejamento ou sem que se tenha trabalhado arduamente para a coisa dar certo. Ninguém quer ter trabalho para desenvolver algo que pode dar dinheiro. Queremos dinheiro sem precisar desenvolver nada! Talvez o erro seja a visão limitada de muitos!

Mas como de costume, é apenas meu ponto de vista!

sábado, 12 de março de 2016

Com renomadas equipes do Futebol Feminino, liga sub-20 é confirmada

Competição será realizada entre os meses de março e junho e ainda terá outros times tradicionais do futebol brasileiro, como Coritiba e Criciúma

Com presença de doze clubes, incluindo Vasco da Gama (RJ), Coritiba (PR) e Criciúma (SC), a I Liga Feminina de Futebol Sub-20 do Brasil será realizada entre os meses de março e junho. A primeira fase do torneio conta com jogos em Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Criciúma e Curitiba e reúne, além dos três clubes já citados equipes tradicionais do Futebol feminino como o Aliança (GO), Caucaia (CE), Iranduba (AM), Juventus (CE), Duda/Canoas (RS), Foz Cataratas (PR), Adeco (SP), Ferroviária (SP) e São José (SP)

A competição será realizada em quatro fases, sendo que na primeira fase os clubes serão divididos em três grupos com quatro equipes cada. As equipes se enfrentam em dois turnos e as duas melhores equipes, mais as duas melhores terceiras colocadas, avançam para a segunda fase, chamada de quadrangulares finais. Nessa etapa, os times serão divididos em dois grupos com quatro times cada e os dois melhores avançam para a semifinal. A partir daí serão jogos eliminatórias, com os dois vencedores disputando a final e os perdedores jogando 3º e 4º.

A primeira etapa da Liga Feminina de Futebol Sub-20 será realizada entre os dias 30 de março e 03 de abril com as equipes das Regiões Norte/Nordeste/Centro Oeste. Fortaleza sedia os jogos envolvendo Aliança, Iranduba, Caucaia e Juventus. Entre os dias 6 e 10 de abril, as equipes da Região Sul se enfrentam em Criciúma, com jogos entre a equipe da casa, Coritiba, Duda/Canoas e Foz Cataratas. Na semana seguinte, entre 13 e 17 de abril, as equipes da Região Sudeste, Vasco da Gama, Ferroviária, São José e Adeco, se enfrentam na capital paulista.

No mês de maio todos as equipes voltam a se encontrar ainda dentro dos próprios grupos para definir as oito equipes que avançam para os quadrangulares finais. A sede de Fortaleza permanece, enquanto as equipes da Região Sul jogam em Curitiba e as da Região Sudeste no Rio de Janeiro, a segunda etapa.

Matéria de Lance.com

Futebol Feminino: Seleção sub-17 em busca de mais um título Sul-Americano

Créditos: Divulgação/Conmebol
O Campeonato Sul-Americano Feminino Sub-17 de 2013 foi a IV edição deste torneio; foi realizado no Paraguai entre 12 de setembro e 29 de setembro de 2013 na cidade de Assunção.

Os três primeiros lugares ganharam uma vaga na Copa Mundial Feminina de Futebol Sub-17 de 2014, disputado na Costa Rica, cujas seleções foram: Venezuela (campeã), Colômbia (vice-campeã) e Paraguai (terceiro colocado).

Os Campeões: 
2008: COLÔMBIA
2010: BRASIL
2012: BRASIL
2014: VENEZUELA

A EDIÇÃO 2016

No Sul-americano sub-17 2016 a seleção brasileira de futebol feminino garantiram o primeiro lugar do grupo, alcançando 10 pontos após empate com a Colômbia na última partida (somando 3 vitórias e 1 empate).

No Grupo A, Venezuela e o Paraguai já haviam se classificado para a fase final e aguardavam as decisões do Grupo B.

Com a ultima rodada, os confrontos ficaram definidos. Veja abaixo:

14/3 (segunda-feira) - 10h30 - Brasil X Paraguai

14/3 (segunda-feira) - 12h45 - Venezuela X Colômbia



Dia 17 (quinta-feira)o Brasil enfrenta a Colômbia e no dia 20 (domingo) a anfitriã Venezuela. A equipe que acumular o maior número de pontos é a grande campeã do torneio.

No site da CBF o treinador Luizão avaliou o desempenho da equipe até o momento:
"– Durante a primeira fase, a Seleção se comportou muito bem: adotou uma postura agressiva no ataque, conseguindo criar situações de gol ao longo das quatro partidas. Após os dois primeiros jogos, procuramos ajustar a defesa, pois sofremos quatro gols ao todo. Nos confrontos seguintes corrigimos e não levamos gol – revelou o treinador.

Apesar da boa atuação, Luizão prega o que deve ser mudado para a próxima etapa:

– Temos alguns dias para ajustar pequenos detalhes, principalmente após observar o comportamento tático das nossas adversárias. Não queremos que aconteça nenhuma surpresa na fase decisiva" - Créditos: CBF.

Futebol Feminino: América terá primeiro time profissional de Minas Gerais

AMÉRICA TERÁ PRIMEIRO TIME DE FUTEBOL FEMININO PROFISSIONAL EM MINAS GERAIS
Foto Divulgação
O América é o primeiro clube de Minas Gerais a ter um time de futebol feminino profissional. A decisão foi confirmada pela diretoria e as atletas vão passar a ter carteira assinada e contrato registrado na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). 

O time feminino do América contra atualmente conta com 25 atletas. Destas, 21 serão profissionalizadas, uma está sendo observada no grupo e três são menores de 16 anos e não podem ter a carteira assinada. 

A profissionalização das jogadoras faz parte de um compromisso assumido pelo clube quando da adesão ao programa do Governo Federal para o refinanciamento de dívidas, o Profut. 

Para aderir a este programa, o alviverde precisaria investir no futebol feminino. O custo para manter uma equipe feminino gira em torno de R$ 40 e R$ 50 mil. 

Vice-campeão mineiro, o América se prepara para a disputa da Copa BH, que tem previsão para começar no dia 20 de março, e do Campeonato Mineiro, que inicia em agosto. O clube ainda poderá garantir uma vaga na Copa do Brasil.

Fonte: O Tempo

Falta de comunicação? Treino do Iranduba na Arena AM é cancelado, e jogadoras protestam


Sem saber que gramado não poderia ser utilizado por causa de manutenção, atletas foram ao estádio treinar. Administração do estádio crê em falha de comunicação

Por Marcos Dantas - Manaus, AM

O time feminino do Iranduba, que se prepara para a segunda fase do Campeonato Brasileiro, teve um treinamento na Arena da Amazônia, marcado para a tarde desta sexta-feira, cancelado. O problema é que sem saber do cancelamento, as jogadoras foram ao estádio, onde acabaram sendo informadas de que o trabalho não poderia ser realizado. O grupo protestou via rede social na internet. A Secretaria de Esporte Juventude e Lazer (Sejel) atribuiu o episódio a uma falha de comunicação.

Uma das principais jogadoras do clube, a volante Djenifer Becker postou um desabafo reclamando da forma como, segundo ela, o futebol feminino é tratado. Ela fala em falta de respeito com time, do uso da equipe como "cobaia de político" e pediu até mesmo o retorno dos treinamentos ao Estádio da Colina, onde o time mandou seus jogos na primeira fase.

Jogadoras postaram foto em rede social protestando contra o cancelamento abrupto do treino (Foto: Djenifer Becker/Arquivo Pessoal)
Jogadoras postaram foto em rede social protestando contra o cancelamento abrupto do treino (Foto: Djenifer Becker/Arquivo Pessoal)


O Hulk da Amazônia se encontra em preparação para a estreia na segunda fase do Brasileirão Feminino, no dia 23, contra o Corinthians, na Arena da Amazônia. O anúncio que as meninas fariam o jogo no palco de Copa do Mundo aconteceu na última semana, juntamente com o acerto de três datas para treino no estádio antes do jogo. Os trabalhos aconteceriam nesta sexta-feira e nos dias 16 e 21. 

Porém, a empresa que cuida da grama do estádio teria programado uma manutenção que inclui a troca de uma das placas de grama e a aplicação de fertilizante, o que demanda um descanso de 48 horas do solo. Como o procedimento aconteceu nesta quinta-feira, o estádio só teria condições de ser utilizado para um treinamento no fim do sábado, segundo a Sejel.

De acordo com o preparador físico do Iranduba, José Said, que estaria no treinamento desta tarde com as jogadoras, o clube foi avisado que o treinamento estava cancelado na manhã desta sexta, e já havia programado o trabalho em outro local. Porém, no início da tarde, a Sejel teria voltado atrás e informado que o treino poderia acontecer. Ao chegar na Arena, nada de treino, o que causou a revolta das jogadoras.


- Ligaram para o presidente Amarildo Dutra e informaram que o treino precisaria ser remarcado. Sabendo disso, providenciamos o estádio da Ulbra [na Zona Sul de Manaus], mas quando estávamos saindo para o treino recebemos outra ligação dizendo que o treino estava liberado. Fomos à Arena da Amazônia e não pudemos treinar. Eles nos disseram que era por causa de uma manutenção na grama - explicou Said.

Através de sua assessoria de imprensa, a Sejel informou que uma pessoa ligada à secretaria, que não teve o nome divulgado, e que ainda não sabia da situação da manutenção, acabou ligando para o Iranduba e passando a informação equivocada que o treinamento poderia ser realizado nesta sexta. O órgão atribuiu o episódio a uma falha de comunicação e informou que os três treinos do Hulk previstos inicialmente na Arena estão mantidos, porém, agendados para os dias 14, 18 [seria no dia 16] e 21 [mantido].

Mas a explicação não caiu bem para as jogadoras, que não gostaram de perder um dia de treinamento às vésperas do jogo importante contra o Corinthians. A volante Djenifer Becker, uma das principais jogadoras do time, postou em seu perfil pessoal em uma rede social um texto reclamando do episódio, falando em falta de respeito e do uso do time como "cobaia de político". A publicação era acompanhada de uma foto do time dentro da Arena da Amazônia mostrando insatisfação com o treino cancelado. A Sejel confirmou que as meninas foram convidadas a entrar no estádio para conferirem pessoalmente a manutenção que havia sido realizada.

José Said explicou que o episódio causou estranheza por conta do mal-entendido, mas que o clube já está ciente das novas datas e fará os treinamentos normalmente, não só na Arena como em outros locais designados na programação da próxima semana.

A Sejel informou que as manutenções são extremamente necessárias neste período pré-Olimpíadas e que por conta disso nenhuma das etapas pode ser queimada para que o gramado esteja em perfeitas condições para o evento.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Futebol Feminino: EUA conquista a She Believes Cup 2016

Créditos: USWNT
Enquanto a Seleção Brasileira de Futebol Feminino disputava a Copa Algarve, a Seleção Feminina dos Estados Unidos também se preparava pensando na Olimpíada do Rio de Janeiro e disputou a "She Believes Cup" com as fortes seleções da Inglaterra, Alemanha e França.

A Seleção americana venceu seu primeiro jogo contra a Inglaterra (1x0), França (1x0) e sagrou-se campeã ao derrotar a seleção alemã pelo placar de 2 x 1, de virada, com gols de Morgan e Newis. O gol alemão foi marcado pela Anja Mittag.

Além do título da equipe americana, Morgan ganhou prêmios Bola de Ouro e  Chuteira de Ouro do torneio, enquanto Hope Solo foi premiado com o Luva de Ouro depois sofrer apenas um gol em três partidas.

A seleção dos Estados Unidos volta a campo nos dias 6 e 10 de abril, em amistoso contra a seleção da Colômbia, jogando em Connecticut e Pennsylvania, respectivamente.

A seleção americana está há 9 jogos sem perder em 2016, com 32 gols marcados e apenas 1 gol sofrido.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Brasil perde para o Canadá e conquista a prata na Copa Algarve

Créditos: CBF
Em preparação para a Olimpíada do Rio 2016, a seleção brasileira de futebol feminino participou da Copa Algarve, em Portugal.

A Seleção enfrentou as equipes de Portugal, Nova Zelândia e Rússia e encarou o Canadá na final.

Em um jogo disputado Brasil errou mais e acabou sendo derrotado por 2 x 1. Zadorsky e Beckie marcaram para o Canadá e a atacante Cristiane descontou para o Brasil.

O Brasil fez 3 jogos na fase de grupos, obteve 3 vitórias, marcou 7 gols, sofreu apenas 1 e alcançou os 9 pontos.

Agora é utilizar as informações e estatísticas da seleção nessa preparação e na copa Algarve para corrigir erros e fazer os ajustes necessários pensando no Ouro olímpico inédito que a seleção pode conquistar no Brasil.

Ainda na fase de preparação, em junho a Seleção brasileira encarará amistosos contra a seleção do Canadá.

AS SELEÇÕES QUE ESTARÃO NA OLIMPÍADA DO BRASIL: Brasil, Austrália, China, África do Sul, Zimbábue, Canadá, Estados Unidos, Colômbia, Nova Zelândia, Alemanha, França e Suécia

quarta-feira, 2 de março de 2016

Futebol Feminino: COM OURO ou SEM OURO em 2016 - o que vamos ouvir?

Se ao fim da olimpíada o Brasil não conquistar a sonhada medalha de ouro olímpica:

- a CBF provavelmente afirmará que foi dado tudo para a devida preparação para esta competição e que infelizmente não conseguimos (mesmo sem contabilizar os muitos anos de nenhuma gestão e planejamento para o desenvolvimento da modalidade como um todo, fato que a meu ver também é responsabilidade da entidade nacional de administração do futebol).

- As atletas, por sua vez, afirmarão a mesma coisa e farão aquele discurso de que a mídia não apoia, que ainda falta estrutura, que a modalidade sofre preconceito, etc etc etc. (Leiam o texto antes de começar a reclamar)

- Profissionais do meio que estão fora da seleção criticarão o grupo atual, falarão mal dos profissionais da seleção e afirmarão que se fossem eles que estivessem no lugar, teria sido diferente (apesar apesar de que quem entra sempre comete algum erro criticado de outros no passado).

- A mídia vai cair em cima, porque o importante é vender jornais e contabilizar acessos e cliques nos sites, e então vão apenas dizer "fiasco da seleção " ou qualquer outra manchete lembrando que sempre batemos na trave sem falar de nada que realmente foi relevante para que o resultado não acontecesse e que vem acontecendo de errado há DÉCADAS. (Mas a mídia atual é focada em vender jornal e ponto... não se pode esperar grandes coisas).

- A Marta vai ser a capa das manchetes chorando dizendo que fizeram tudo que podiam mas não foi dessa vez. Normal! (E não fiquem bravinhos comigo porque vejo um monte de gente que na frente aplaude ela e quer viver colado, mas sempre dá uma criticada nisso ou naquilo.

Marta tem voz e expressão pra fazer muito mais e impactar a estrutura da modalidade no Brasil e fazer o mundo, a mídia, a FIFA e o Papa enxergarem nossas realidades, mas quem sou eu pra falar sobre né... é apenas meu ponto de vista e pronto... segue o jogo.)


E SE O BRASIL FOR CAMPEÃO?

- A CBF dirá que é fruto do trabalho atual e que o futebol feminino está no caminho certo. (Não acho que esteja, mas tudo bem. Até mesmo em relação à seleção permanente, etc, mas nem vou entrar nesse ponto porque a resenha desse sentido precisa ser longa e detalhada e dada a grande dificuldade de interpretação de texto de uma maioria, não quero me desgastar mais do que eu já faço com algo que não me dá hoje nada além do que dor de cabeça desnecessaria, apesar de eu gostar e torcer pelo crescimento do feminino sem esperar nada em troca).

- As atletas dirão que se dedicaram ao máximo pro resultado acontecer e que o futebol feminino está crescendo. (Sim, acredito que tenham se dedicado, afinal é meio que obrigação né. E sinto informar que se analisarmos bem, o futebol feminino não está se desenvolvendo tanto assim não... ou melhor, não está se desenvolvendo nada.)

- Os profissionais de fora da seleção irão criticar de qualquer jeito, porque esse é um hobby e tanto por aqui. (Sim, criticar sem uma análise crônica e sem vergonha de realizar um discurso daqueles que a própria pessoa não cumpre é normal, assim como é normal ver muitos destes dizer que sempre acertam e que fazem um belo trabalho há anos, revelam talentos, são honestos, não assediar atletas etc, mas sem coragem de falar dessas coisas feias que fizeram e fazem que PREJUDICAM MUITO A MODALIDADE, mas ninguém abre a boca... impressionante! Mas também farão algumas criticas com as quais eu concordarei sim, porque algumas são a meu ver bem claras.)

- Quanto aos profissionais de dentro da selecão, tenho a impressão de que se pudessem voltar no tempo fariam também algumas coisas bem diferentes.. mas é palpite meu... digamos que intuição!

- Já a mídia vai fazer alguma matéria safada daquelas "até que enfim" ou "meninas de ouro" ou ainda "guerreiras do Brasil são ouro" e meses depois não falarão mais nada. (Lembrem que mídia só quer vender jornal, ter cliques, acessos, etc etc etc).

O QUE NINGUÉM DIRÁ, GANHANDO OU NÃO...

O que ninguém dirá, ganhando ou perdendo é que:

- ainda estamos MUITO longe de ser uma potência constante e capaz de brigar pelo ouro de forma consistente não próximos 20 anos seja na base ou na adulta.

- que um possível ouro só ajuda a modalidade se houver um plano de ação envolvendo entidades e clubes para difundir, massificar, modificar atitudes e comportamentos enraizados há décadas dentro do esporte, e tornar o futebol feminino brasileiro atraente e vendável. Um produto de verdade! ( porque hoje é um esboço). Esse tal plano de desenvolvimento aparentemente não existe hoje, e se existe não conseguimos enxergar. Isso precisaria ser facilmente perceptível e transparente.

- que o problema da modalidade está em mais de 30 anos de comportamento e gestão inadequada, tanto de atletas, ex atletas, pseudo profissionais e profissionais, clubes, dirigentes, federações e confederação, dentre outros. (Reclamações em 3.. 2.. 1.. )

- que O OURO NÃO TEM O PODER DE SALVAR A MODALIDADE E NUNCA TEVE. O QUE TEM ESSE PODER SÃO ATITUDES E AÇÕES EM TODAS AS ESFERAS PLANEJADAS E EXECUTADAS ANTES E DEPOIS DO OURO OU MESMO SEM PÓDIO porque investimento em busca de crescimento não deve depender do resultado pra acontecer. Deve-se primeiro investir em crescimento para depois existir o pódio e resultados de pequeno, médio e longo prazo.

- que há muito o que fazer e estamos muito longe de um ideal, e caso vocês ainda não tenham percebido, temos piorado o nível do nosso futebol nos últimos 4 anos. (Vocês assistem seus próprios jogos no dia seguinte? Deveriam porque isso ajuda muito! Tem muita jogadora que erra 70 passes de 1 metrô no jogo e quando faz gol bate no peito e diz "eu sou foda". Tem coisa errada viu.. )

- Muita atleta e profissional vai torcer o nariz e falar, como de costume que eu só falo mal e que não entendo nada de futebol, ou que falar de fora é muito fácil, que eu nunca gastei tempo nem dinheiro fazendo algo pela modalidade (ah se soubessem quão melhor poderia ser minha vida hoje se eu não tivesse investido tanta grana e tempo com a modalidade... ).

O RETRATO ATUAL: Hoje temos campeonatos fracos (estaduais e nacionais) e jogos, em sua maioria, pouco atraentes e que não cumprem o papel de captar novos expectadores e atrair mídia e investidores, e incluo nessa lista também muitos dos jogos apresentados até aqui da seleção brasileira nos últimos anos.

Oleem o Brasileiro feminino! É um campeonato feito por fazer... pra ver jogadoras correndo atrás da bola, sem que seja feito nenhum arbitral, encontro técnico, definição definição objetivos anual junto às equipes participantes e sem prestação de contas dos, até o momento, 40 milhões milhões de reais investidos. (E vocês aí jogam sem se preocupar com esses detalhes no mais famoso "to jogando então é o que importa" e aceitam tudo de qualquer jeito e pronto. Sinto informar que FAZER CAMPEONATO PURA E SIMPLESMENTE NÃO AJUDA VIU...)

Entendam que não é a mídia, o público, ou os investidores que tem de vir até o futebol feminino e se colocar à disposição. É o futebol feminino que precisa ser atrativo, interessante de ver e tecnicamente bom o suficiente para que tudo aquilo que as pessoas esperam que caia do céu se aproxime.

O ouro talvez mude alguma coisinha, mas acho muito difícil.

Não adianta esperar Ministério do Esporte, bom senso FC, CBF, medidas provisórias ou leis. É parar de coitadismo, mostrar o real potencial da modalidade e CONQUISTAR RESPEITO! União é bom e dá resultado, e o futebol feminino nunca viu mais respeito porque só é fácil se unir pra futebóis comemorativos, festas de fim de semana e churrascos.

Talvez planejando adequadamente a partir de 2017 tenhamos uma nova geração pronta em 2024 a 2027! Pronta no sentido de capacidade de interpretação, senso crítico, condição técnica e física, formação moral e comportamental, ciente de direitos e deveres.... E vocês leitores e leitoras entendam que não estou dizendo que falta isso em toda atual geração, apesar de saber que EM PARTE (mas não em todas) falta um pouco disso ou daquilo sim!

Sei que cobrar algo dentro do nosso sistema de formação esportiva do futebol feminino é esperar colocar uma moeda de 1 Real na terra e esperar nascer um pé de dinheiro. Mas é preciso abrir os olhos e entender que está faltando muita coisa e que a culpa é de todo mundo, com ouro ou sem ouro.

Talvez, no pé em que está, mais 30 anos não sejam suficientes pra ver o Futebol feminino desenvolvido e andando com as próprias pernas.