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A partir de janeiro transferência de atletas do futebol feminino gerará dinheiro para clubes que tiverem contratos profissionais

Tem novidade muito boa para o futebol feminino!
A CBF publicou em seu site que "a partir de janeiro de 2018 as transferências internacionais do futebol feminino passarão a ser registradas no TMS da FIFA (Transfer Match System). Mas, os clubes brasileiros só se beneficiarão dessa novidade se os contratos com as jogadoras forem profissionais, assim poderão vender e emprestar suas atletas".
Em resumo,  os clubes brasileiros que tiverem, a partir de agora, contratos profissionais com suas atletas estarão mais protegidos pois atletas somente poderão se transferir para clubes nacionai e internacionais durante as janelas de transferencia, que terão data definida em breve pela FIFA. Além disso, os clubes poderão vender ou emprestar atletas e serão remunerados por isso.
Atualmente sos clubes de futebol feminino nada ganham com a transferência /saída de suas atletas quando procuradas por clubes e agentes estrangeiros. Os clubes fazem apenas uma proposta salárial as atletas e elas aceitando a peoposta dão adeus ao clube brasileiro sem que o clube ganhe nada com isso e ainda perca o investimento feito na contratação e salários dessas atletas. 
"– Este é um mercado que se abre para os clubes brasileiros, para os que já têm equipes femininas e para os que precisarão ter em 2019 para disputar as competições da CBF e da Conmebol, segundo as regras de Licenciamento das duas entidades. É mais uma definição que busca a profissionalização do futebol feminino – analisou Reynaldo Buzzoni, diretor de Registro, Transferência e Licenciamento de Clube da CBF.
– Essa é uma medida que fortalece e profissionaliza ainda mais o futebol feminino. Neste ano, já houve uma mudança na visão de alguns clubes que fizeram contratos profissionais com as jogadoras. O caso do Santos, que já faz isso há alguns anos, e outros como o Iranduba, a Ferroviária, o Sport, por exemplo. Acredito que é um caminho sem volta e uma grande oportunidade para os clubes brasileiros no departamento feminino garantir seus direitos e de suas atletas, podendo inclusive negociar suas transferências, se for o caso – avaliou o coordenador de Futebol Feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha" - fonte: CBF.
Essa medida jogará por terra uma das maiores reclamações dos clubes que afirmam não investir na modalidade porque ela não dá dinheiro.
Clubes e atletas precisarão ser de fato profissionais, honrando contratos e registros de suas atletas.
Um bom passo rumo a profissionalização do esporte!
Clubes terão que desenvolver não só planejamentos como precisarão desenvolver o seu marketing e estrutura no feminino para valorizar suas atletas e conseguir maior retorno financeiro. 

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